quarta-feira, 18 de setembro de 2013

FLAP! O evento literário chega a sua 8ª edição na cidade de São Paulo – 20 a 22 de setembro 2013

A primeira FLAP! foi realizada em 2005 como uma contrapartida à FLIP. Para a surpresa dos próprios organizadores, o evento foi um grande sucesso de mídia e público. Sim, a cidade parecia que tinha fome de um debate mais franco, mais atrevido, que envolvesse outros gêneros literários, especialmente a poesia, que trouxesse os vários atores que fazem a literatura – leitores, editores, críticos, livreiros, professores, escritores. A proposta era fazer um debate que fosse mais próximo do público.

As edições de 2006 (“Embates”) e 2007 (“Contaminações”) ocorreram em um crescendo. A FLAP! ganhou um animado núcleo carioca e o evento pôde ser realizado também na capital do Rio de Janeiro, para a sorte de seus organizadores paulistas. Em 2008 (“Zona Franca – Viva La Conexión”), assistimos a uma pequena apoteose, quando recebemos mais de 20 escritores de toda a América Latina. Em 2009 (“Vinte Anos de Muro”), o evento também contou com um número expressivo de poetas do Brasil e de outros países da América Latina. Em 2010 (“5 Anos de Poesia!”), a edição foi quase inteiramente virtual, com debates e saraus em vários formatos.

A proposta original da FLAP! foi plenamente cumprida: sem perder o humor e a faceta crítica, foi criado um espaço de debate e convivência entre autores, editores, professores e leitores. Também se tornou referência entre a geração mais nova de poetas brasileiros; quiçá é a principal referência brasileira entre os jovens poetas de toda a América Latina.

Em 2013, a novidade foi na organização: estabeleceram-se pequenos núcleos (“curadorias coletivas”), que foram responsáveis por pensar temas interessantes e selecionar debatedores. Temos, assim, cinco temas principais para debate: a representação do corpo na literatura; a situação da tradução hoje no Brasil; as relações entre literatura, memória e violência; o mercado editorial na área de poesia e se há uma apatia na crítica literária.

Programação

Feira de publicações
20/9, sexta-feira, a partir das 18 horas

Local: Casa das Rosas

Av. Paulista, 37 – Bela Vista

Organização: Victor Del Franco

Editoras participantes: – Editora Alpharrabio, Lote 42, – Oitava Rima, – Editora Patuá, – Selo Demônio Negro, – Selo Prólogo, – Selo Sebastião Grifo.

Publicações: – Revista Celuzlose, – Revista Córrego.


Abertura
20/9, sexta-feira ,a partir das 20h: Abertura

Curadoria: Andréa Catrópa, Maiara Gouveia e Roberta Ferraz

Artistas convidados:
- Show com o poeta Rodrigo Garcia Lopes, que lançará o livro “Estúdio Realidade” (7 Letras, 2013).
- A atriz Gisele Inácio e a bailarina Karine Kelly Pereira apresentarão poemas que constam na Antologia Poética FLAP!
- Intervenções do músico e poeta Operário Ribeiro
- Participação especial de Caco Pontes, poeta e multiartista
- Haverá ainda projeção de vídeos, com a leitura de poetas de outros países da América Latina
Apresentadores: Gabriel Kolyniak e Rafael Daud



O corpo e as margens
21/9, sábado, das 10h às 11h30min

Local: Biblioteca Mário de Andrade

Rua da Consolação, 94 – República

Cabe o corpo na literatura? É possível para as páginas e as letras darem conta do material, do sólido, da nossa existência física no mundo? Os corpos de escritores são mais, afinal, do que suportes para suas cabeças? E quando falamos sobre corpo dentro das margens das páginas, que corpo é esse? Que cor ele tem? Que gênero? Que forma? É magro, gordo, flácido, forte? Como ficam os corpos evidenciados de maneira tão forte na nossa cultura – o corpo generificado da mulher; o corpo sexualizado e racializado da mulher negra – dentro dessas margens? De que corpo fala a literatura? De que corpos ainda falta falar?

Curadoria: Jeanne Callegari, Renata Corrêa e Tarsila Souza

Debatedores:

- Alfredo Fressia

- Clara Averbuck

- Elizandra Souza

- Juliano Garcia Pessanha

- Nuno Ramos


O silêncio do tradutor
21/9, sábado, das 14h às 15h30min

Local: Espaço dos Satyros

Praça Franklin Roosevelt, 214 – Consolação

Uma obra traduzida se inscreve sob duas penas, a suscitar a pergunta: o tradutor trabalha ou silencia a própria voz ao traduzir a obra de outrem? A discussão acerca da coautoria na tradução é inesgotável e necessária, sobretudo, ante os inúmeros casos recentes de plágios de tradução.

Curadoria: Fábio Aristimunho, Polyana Ramos, Stefanni Marion e Vera Helena Rossi

Debatedores:

- Berthold Zilly

- Denise Bottmann

- Mário Ramos

- Rodrigo Garcia Lopes

- Mediação: Vera Helena Rossi


Memória (e esquecimento) da violência
21/9, sábado, das 16h às 17h30min

Local: Espaço dos Satyros

Praça Franklin Roosevelt, 214 – Consolação

Violência. Memória. Onde se enlaçam? Onde se desdobram? E por que se apagam (ou são apagadas)? Como as letras numa página podem trazer a dor, o possível perdão ou o ressentimento? Existe um ato restaurador na escrita? Essa discussão ainda é recente e urgente no Brasil e no mundo. Ou vamos esquecer tudo?

Curadoria coletiva: Juliana Bernardo, Lilian Aquino, Paula Fábrio e Rafael Daud

Debatedores:

- Flávio Ricardo Vassoler

- Susel Oliveira da Rosa

- Deborah Goldemberg

- Mediação: Rafael Rocha Daud


O pacto da indiferença – apatia e crítica na contemporaneidade
22/9, domingo, das 12h às 14h30min

Local: Biblioteca Alceu Amoroso Lima

Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros

A mesa debaterá temas em torno da dificuldade de se estabelecer um debate crítico na atualidade que, mesmo não se restringindo à aceitação de um cânone preestabelecido, possa romper com a dicotomia entre hiperespecialização e resenha comercial.

Curadoria: Andréa Catrópa e Renan Nuernberger

Debatedores:

- Carlos Filipe Moisés

- Reynaldo Damázio

- Mediação: Andréa Catrópa e Renan Nuernberger


A poesia se vende? Os números crescem como orelha de burro ou rabo de cavalo?
22/9, domingo, das 15h às 16h30min

Local: Biblioteca Alceu Amoroso Lima

Rua Henrique Schaumann, 777 – Pinheiros

No conjunto dos meios e mídias, a poesia historicamente ocupa um lugar minoritário, do ponto de vista financeiro, desafiando editores a viabilizá-la como negócio, o que ao mesmo tempo parece diferir de uma concepção idealizada da escrita de poesia: seria apropriado a poesia articular-se com processos mercadológicos? Faz sentido discutir poesia em termos de mercado, ou mesmo mercado em termos de poesia?

Curadoria coletiva: Adrienne Myrtes, Ana Rüsche, Eduardo Lacerda, Gabriel Kolyniack, Rafael Carvalho e Vanderley Mendonça

Debatedores:

- Daniel Minchoni

- Sergio Cohn (a confirmar)

- Sofia Mariutti

- Vanderley Mendonça

- Mediação: Gabriel Kolyniack


Confraternização
22/9, domingo, das 17h às 19h

Local: Feirinha Gastronômica

Praça Benedito Calixto 85 – Pinheiros

A Feirinha Gastronômica (www.feirinhagastronomica.com.br) é uma das patrocinadoras da FLAP!

* Entrada franca. Os pratos e quitutes são vendidos a preços acessíveis.
* Todos os eventos da FLAP! possuem entrada gratuita e são abertos ao público em geral. Não é possível fazer reservas; será respeitada a ordem de chegada do público e a lotação dos auditórios. A programação está sujeita a alterações.

As pessoas que fazem a FLAP! renovam-se a cada ano. Embora mantenha certa continuidade, o evento não é uma instituição e todos contribuem de forma gratuita para sua realização.

A FLAP! precisa de apoio financeiro!

A riqueza da FLAP! é humana – as mais de 20 pessoas da equipe da FLAP! não recebem nada pra contribuir com o evento, assim como os debatedores não recebem cachê (foi assim que trabalhamos nos últimos anos).

Para viabilizar a vinda de debatedores, recebemos o patrocínio da POIESIS – Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura, que gerencia a Casa das Rosas, para custear a vinda do poeta Rodrigo Garcia Lopes. A KQi Produções, que organiza a Feirinha Gastronômina, custeou a vinda da tradutora Denise Bottmann. Os espaços para os debates foram cedidos gratuitamente pelos parceiros: Os Satyros e as bibliotecas públicas Alceu Amoroso Lima e Mário de Andrade, o que agradecemos muito também.

Mais detalhes: http://flap2013.com.br

Nicolau Kietzmann Goldemberg
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terça-feira, 30 de julho de 2013

Os contos da pipa: novo título! Grafites para colorir Aprenda a desenhar como um grafiteiro profissional

Grafites para Colorir o novo título de Os contos da pipa, a coleção de livros infantis ilustrados por artistas, que a GGBrasil lançou em novembro de 2012. Grafites para Colorir soma-se, assim, a lista de prestigiosos artistas publicados na coleção, estreada com Saul Bass (Henri vai a Paris), Sonia Delaunay (Alfabeto), Niki de Saint Phalle (Mau Mau) e Hannah Höch (Livro de imagens).

Pinte, com o estilo grafiteiro, esta incrível seleção de esboços, ilustrações, personagens e estilos feitos por artistas do grafite e da arte de rua da cena internacional! Os autores dos desenhos são PART ONE, BOOTS 179, SMASH 137, SHIRO, DAIM, CANTWO, LOOMIT, YES 2, DEFER, DOCK, ERM ONE, SHEAS, SABE, PEKOR, KING 157, 44 FLAVOURS, MR. WANY, KLUB 7, MOTEL, 
SCORE, JAES Y ROSKO e os brasileiros DINHO, DOES.

 Em Grafites para Colorir encontram-se alguns conselhos para que se possa colorir no caderno de forma moderna e descontraída, como os artistas do grafite. Esses conselhos servirão de guia para conseguir os melhores resultados, mas, em nenhum caso, são uma imposição. Sabemos que ter conhecimentos prévios é sempre útil, mas não há nada como experimentar e encontrar seu próprio estilo. Para se divertir com este caderno é necessário, apenas, imaginação e algumas cores. Pode-se utilizar qualquer coisa que se tenha a mão: lápis de cores, marcadores, canetas, aquarelas, 
tintas, pinturas em spray ou o que mais quiser. 

Divirta-se com Grafites para colorir 

DADOS TÉCNICOS
Grafites para Colorir 
Aprenda a desenhar como um 
grafiteiro profissional 
29,7 x 21 cm 
32 páginas 
ISBN: 9788565985239 
Capa: Brochura 
2013 
R$ 35,00 
DGNK Assessoria de imprensa 
Nicolau Kietzmann Goldemberg 
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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Editora GG Brasil participa do + Cor e grafita o muro da empresa

O projeto Color Plus City foi idealizado pelo designer Gabriel Pinheiro e o artista Victor Garcia, e apoiado por várias empresas e organizações com a ajuda da Flag, uma holding de empresas criativas. A ideia principal pretende conectar grafiteiros e muros, com o objetivo de transformar o espaço urbano em um via para arte com acesso à todos.

A Google Brasil organiza essa linha de acesso que viabiliza uma plataforma via mapas no Google +. Pedro Queiroz, diretor da editora GG Brasil, vislumbrou uma semelhança desta atitude com a editora que abrigou artistas como Pablo Picasso , Miró e Tapies e possui uma ampla gama editorial em arte, arquitetura, design, fotografia e moda:

“Quando soube do projeto, imediatamente me interessei. Nós temos um grande espaço que eu sabia que seria muito interessante para um trabalho artístico, ainda mais porque nossa região é muito próxima a marginal Tiete e mereceria um pouco de cor na atmosfera cinza da metropole”, e completa:

“Quando nos escrevemos e o artista Sado (Alecsandro Eni) decidiu fazer grafite no muro da editora, já separei a coleção do Os Contos da Pipa, livros ilustrados de renomados artistas como Niki de Saint Phalle e do texto de Laurent Condominas, da alemã Hannah Höch, Sonia Delaunay e Saul Bass que era parceiro Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Stanley Kubrick, Martin Scorsese no cinema!”.

Sado, 35 anos, que desenvolve a arte desde os 9 anos, começou com molde de desenhos em papel, stencil, lápis canetas etc.. Em uma conversa sobre grafite um amigo alertou que a Google estava mapeando doações de muros pela cidade e se cadastrou:

“A princípio, a busca era por um muro grande. Queria fazer um desenho grande e encontrei o muro da GGBrasil no site. Após conhecer a empresa pessoalmente, me encantei pela sua história e achei os livros incríveis! Sua história, o valor que a empresa dá à arte em diferentes estilos, a forma como representa os assuntos que aborda, tudo muito rico. Além de ter adorado o fato da editora ter vários livros que abordam assuntos do meu interesse” e completa sobre o valor do grafite e sua representação nas ruas:

“O grafite é para mim uma forma de expressão, comunicação, identidade. É a arte gratuita, acessível a todos. O grafite evidencia a cultura urbana, podendo ser lido como arte, história, protesto, decoração. Uma verdadeira liberdade de expressão!”

Sobre a editora:

A Editora Gustavo Gili, que completa 111 anos em 2013 em seu país de origem - Espanha - e tem como seu braço no Brasil a GG Brasil, já é consagrada pelos títulos de arte, arquitetura, design, fotografia e moda.  O diferencial está nos seletos autores e qualidade acadêmica e intelectual alinhados a projetos gráficos , foram publicados livros de Picasso, ao quais os proprietários tinham estreito relacionamento, Juan Miró, Paulo Mendes da Rocha, Oscar Niemeyer, Rem Koohas, Richard Rogers, Eduardo de Souto Moura que esteve este ano na Flip , Lina Bo Bardi , Helen lupton entre outros. O último título lançado no Brasil, este mês, é do autor Joan Fontcuberta, o Câmera de Pandora, que ganhou um dos mais prestigiosos prêmios do mundo de fotografia, o Prêmio Hasselblad em 2013



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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Versão Beta - Jan Bitencourt

A jovem autora Jan Bitencourt que lança o seu primeiro romance começou bem. A edição, de capa dura, foi o texto escolhido em uma das oficinas da Editora Terracota e já um possui um contrato com a Clandestino Publikationen para lançar a tradução alemã até o final de 2013 e aproveitar o ano do Brasil em Frankfurt.
“O primeiro capítulo saiu na sala de embarque, exatamente como é descrito no livro, meio autobiográfico, antes da minha primeira viagem sozinha a Madri. Fui (ou ia) passar cinco dias lá, meu aniversário inclusive, no final de 2011. Meses depois, entrei num curso que se chamava Os Ingredientes do Romance e mandei esse capítulo como argumento, sem a menor ideia de que aquele trecho podia ser o começo de um livro. Em três meses a história deslanchou e ganhei a publicação”.
O texto leve, rápido e informal alcança um público conectado com a vida moderna e virtual, que está ligado em tudo o que acontece a sua volta, gosta de viajar e compartilhar informação, valoriza a velocidade e a variedade, e de certa forma, se arrisca expondo sua vida nas redes sociais.
Versão Beta começou com uma reflexão. Construí uma personagem bem parecida comigo, usei um pedaço de história pessoal, alguns apontamentos de viagem, mas as semelhanças terminam por aí. Ou não, porque acredito que toda mulher tenha uma Beta dentro de si, talvez não tão caricata”. Diz a autora que se diverte com as confusões que causa em quem tenta descobrir o que é verdade e o que é ficção. E completa:
“A história nasceu dos muitos papéis que as mulheres assumem atualmente. Quis até um nome que definisse a “mulher Alfa” que todas as revistas femininas tanto falam (por isso Alberta) e que abrigasse dentro dele uma versão B, aquela que vivemos tentando esconder ou que não mostramos a qualquer pessoa. O ambiente virtual foi o pano de fundo perfeito para questionar todas essas variações e personagens que podem surgir, tocando também em assuntos irmãos como sósias, clones e roubo de identidade.”
Para explorar o tema do duplo, Jan pesquisou desde os heterônimos de Fernando Pessoa até filmes sobre múltiplas personalidades: “Sybil é incrível!” (livro escrito por Flora Rheta Schreiber em 1973 e filme norte americano homônimo em 1976). A autora diz que se influencia bastante por escritores de língua espanhola como Gabriel Garcia Marques, Borges, Cortázar, Llosa e mais recentemente Mario Levrero. Também lê com frequência Paul Auster e autores contemporâneos brasileiros como Antonio Prata, Adriana Lunardi, Andrea Del Fuego, Daniel Galera e Tatiana Salem Levy.

A autora tem ainda um livro de bolso chamado Contos Mínimos (fruto dos cursos de criação literária que fez nos últimos anos) e que reúne seus nanocontos e de mais três autores que conheceu no curso do escritor Marcelino Freire. Lançado juntamente com o seu romance no final de 2012, acabou culminando em um convite da Oficina de Criação Literária para ministrar seu primeiro Curso de Mini e Microcontos, já agora no 2o semestre de 2013.

Título: Versão Beta
AUTOR: Jan Bitencourt
Editora: Terracota
Preço: R$35
ISBN: 9788562370564
IDIOMA: Português
EDIÇÃO: 1
PÁGINAS: 168
FORMATO: 14×21 cm
GÊNERO: Literatura Brasileira – Romance

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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Para entender as manifestações: Dicionário de Alternativas - Utopismo e Organização

Dicionário de Alternativas - Utopismo e Organização

Os autores Martin Parker, Valérie Fournier e Patrick Reedy reúnem mais de trezentos verbetes que abordam da América aos zapatistas, da Arcádia de Virgílio a Walden de Thoreau, num fascinante modo de ver a história e a realidade das ideias e organizações alternativas.

Muitas vezes é dito para pessoas leigas que os problemas de organização já estão resolvidos ou que elas não precisam se preocupar, pois não há alternativas.

Este dicionário é para quem discorda dessa afirmação. Com centenas de entradas que versam sobre utopias ficcionais – como Viagens de Gulliver e Robinson Crusoe –, teorias políticas – democracia, marxismo, anarquismo, socialismo, feminismo, Fourier, Saint Simon – e movimentos sociais – ambientalismo, anticapitalismo –, este livro nos dá uma visão rica e criativa da sociedade, com todas as suas diversidades, de hoje e do passado, como afirmam os autores:

“Juntos, os verbetes deste dicionário são um testemunho da ampla série de possibilidades de nos organizarmos; eles demonstram que ao longo da história as pessoas tiveram coragem e imaginação para acreditar que é possível um mundo melhor. É uma tentativa mais ampla de mostrar a enorme diversidade de modos em que a organização humana pode ser imaginada.”

As alternativas aqui apresentadas formam um quadro rico em que a ficção, a história e a política atual oferecem um modo alternativo de pensar sobre como nos organizamos no início do século XXI.

Assim, talvez este dicionário seja classificado com mais propriedade como um livro de consulta ou um almanaque de possibilidades. Está organizado como um dicionário para que as entradas estejam em ordem alfabética – com REFERÊNCIAS CRUZADAS EM LETRAS MAIÚSCULAS para todo o labirinto de verbetes.

“Abra o livro aleatoriamente e depois siga em frente. Esperamos que lê-lo seja tão interessante para você quanto para nós foi escrevê-lo”.

SOBRE OS AUTORES

 MARTIN PARKER é professor de Organização e Cultura no Centro de

Administração da Universidade de Leicester.

 VALÉRIE FOURNIER é conferencista sênior da Organização de Estudos do Centro de Administração da Universidade de Leicester.

 PATRICK REEDY faz conferências na Escola de Administração da Universidade de Newcastle upon Tyne.

Dados técnicos:

Título: Dicionário de Alternativas: Utopismo e Organização

Autor: Martin Parker, Valérie Fournier, Patrick Reedy

Editora: Octavo

Tradução: Cristina Cupertino

Formato: 23cm x 16 cm

Nº de páginas: 400

ISBN: 978-85-63739-10-0

Edição: 1ª

Preço: R$ 76,00



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Lançamento No Caminho das Águas


No Caminho das Águas

Fundação Cargill, com apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal, lança livro que narra o papel dos rios para a difusão da cultura, tradições, culinária e costumes do Brasil

Uma iniciativa da Fundação Cargill, com apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal, por meio da Lei Rouanet, No Caminho das Águas faz um retorno à história para contar como os rios brasileiros testemunharam a expansão do país, servindo de fonte de alimentação, de pesca, de rota de transporte e, pela força de suas águas, para o funcionamento dos moinhos.

A obra tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento e a promoção da tecnologia e dos estudos científicos relacionados à agricultura, agropecuária e a expansão das atividades socioambientais, como afirma Valéria Militelli, Presidente da Fundação Cargill: “No Caminho das Águas é uma publicação especial e apresenta o resultado de alguns anos de pesquisa, trazendo belíssimas imagens e as histórias de como os rios foram importantes para a difusão da cultura brasileira, levando ao conhecimento dos leitores nossos costumes, culinária e tradições. Além disso, marca o início das comemorações de 40 anos da Fundação Cargill”.
Um país de muitas águas, o Brasil é relatado neste livro com fotos, textos e referências de artistas como Araquém Alcântara, Alberto deC. Alves, Iatã Cannabrava, Peter Milko, o estilista Ronaldo Fraga, o cantor Geraldo Azevedo, a chef Ana Luiza Trajano, o escritor Milton Hatoum, entre outros.
De forma poética as imagens são intercaladas com textos que fluem com leveza. A fauna e a flora, a geografia e a convivência humana fazem do nosso território um lugar muito rico em costumes, artes e gastronomia, como conta a chef Ana Luiza Trajano, que realiza desde 2003 expedições culinárias por todas as regiões do país para pesquisar novos ingredientes e receitas para ampliar e renovar o cardápio do seu restaurante: “As celebrações às margens dos rios são sempre emocionantes. Grande parte delas envolve o alimentar-se, como no ritual da Piracaia, que ocorre perto de Santarém, no Pará. O cerimonial é basicamente composto por comer e conversar ao redor da fogueira”. E ela completa: “Em muitas regiões do Brasil, o rio é o playground da criança ribeirinha”.
No texto é possível saber sobre como é a vida ao redor da água, a biodiversidade, a pluralidade gastronômica, os mananciais, as lendas em torno dos rios, as festas folclóricas, a linguística dos povos que estão ao seu entorno e a distribuição geográfica. O músico pernambucano Geraldo Azevedo, que garante ter “pescado” nos rios muitos temas para suas músicas, conta sobre o rio São Francisco e sua influência: “A grandiosidade e a beleza do Velho Chico sempre foram uma inspiração enorme para o meu trabalho. A generosidade dele também. O Chico só nos oferta coisas boas: peixes, água para irrigarmos nossas plantações  e  memórias. Vejo o rio como um organismo vivo, mutante, características que só trazem mais estímulo para minha música. Sempre que volto à minha terra, Petrolina, faço questão de contemplar suas águas”.

Sobre a Fundação Cargill
No ano de comemoração de 40 anos, a Fundação Cargill tem sido um agente transformador nas localidades e causas em que atua. Seu foco de atuação está voltado à promoção da alimentação saudável, segura, sustentável e acessível, com iniciativas que vão desde o campo até o consumidor final.
Caso tenha interesse pela publicação, entre em contato com fundacao_cargill@cargill.com – edição limitada.


Nicolau Kietzmann Goldemberg
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Cargill: Informações para a Imprensa

Vinícius Oliveira
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Bárbara Amorim
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Imagens do livro No Caminho das Águas

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Foto Araquém Alcântara





sexta-feira, 12 de abril de 2013

Lançamento A história da Filosofia

O livro A história da filosofia descreve a filosofia com uma busca apaixonada, estimulante, do conhecimento humano que não pode ser reduzida a categorias secas ou definições simples. Amplamente ilustrado, os textos seguem uma história com desvios de trama, um assassinato, descobertas acidentais, casos de amor desastrosos, gênios, idiotas, padres e vagabundos.

No centro de tudo estão as ideias e obsessões que cativaram desde o início os grandes pensadores. Este livro nos põe cara a cara com os filósofos mais importantes da história ocidental, com casos instigantes e detalhes fascinantes. Tudo começa com os gregos antigos - Sócrates, Platão e Aristóteles, grandes pensadores que até hoje estabelecem a pauta filosófica.

Em seguida vêm os filósofos romanos - escravos e imperadores que encontravam consolo nos pensamentos profundos sobre a vida e a morte - e depois os pensadores religiosos da Idade Média. As origens da ciência, da política e da moralidade modernas são examinadas, junto com teorias do conhecimento, da lógica, da mente e da matéria.

No caminho você descobrirá o demônio mau de Descartes, Locke nos limites do conhecimento, Rousseau e Hobbes tratando da natureza humana, o ceticismo de Hume, Kant falando sobre dever, o Super-homem de Nietzsche, Marx e a luta de classes, a lógica de Russell, Wittgenstein falando de significado, Sartre tratando da má-fé, a opinião de Foucault sobre o poder, e muito mais.


Dados técnicos:
A história da Filosofia
Autores: James Garvey/Jeremy Stangroom
ISBN-13: 9788563739476
Idioma: português
Encadernação: Encadernado
Dimensão: 25 x 19 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2013
Número de páginas: 384

Nicolau Kietzmann Goldemberg
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quarta-feira, 27 de março de 2013

Beijos dados e não roubados Editora Octavo

Um livro delicado, com imagens fantásticas que se misturam com textos que vão de poesias a prosas, de receitas a legendas descoladas.  Feito para quem é adorador de qualidade gráfica é um livro que atinge muito mais que o universo infanto-juvenil, ao que inicialmente se pretende com as ilustrações de Roger Olmos e textos de David Aceituno.

Os beijos neste livro vêm de diferentes formas e inúmeras explicações. Vem de uma máquina, do beijo de pirata, dos crocodilos, o beijo termômetro, beijo made in Fada, dos proibidos (de Guinervver e Lancelote (do ponto de vista do rei Artur), o beijo da tia Emília, que segundo uma pesquisa muito séria, garante que 97% dos sobrinhos entrevistados que seus beijos não são uma sensação agradável, que segundo os especialistas é um beijo em risco de extinção, por isso não há com que se preocupar!

“Ela não sabe que um beijo pode mudar tudo, transformar um sapo se não em um príncipe, ao menos em um sapo melhor. Ela sonha com o príncipe encantado porque sonhar é tão característico de princesas como ser encantado é típico de príncipes. Segura o sapo com delicadeza nas mãos em concha, como se segura um livro repleto de histórias de amor. Está ao mesmo tempo nervosa feliz e assustada. Como será a sua história de amor? Será que os protagonistas não são sempre os beijos e os príncipes e princesas personagens secundários? Ela está a ponto de confirmar isso. Suspira, semicerra os olhos e se deixa levar.”

Vídeo da ilustração da capa: http://www.youtube.com/watch?v=9AukUqskTHQ
Para conhecer outros títulos: www.octavo.com.br

Título: BEIJOS DADOS E NÃO DADOS
Autores: Roger Olmos e David Aceituno
Título original: Besos que fueron y no fueron
Tradução: Bárbara Guimarães Arányi
Assunto: Contos
ISBN: 9788563739452
Número de páginas: 84
Formato: 30 cm X 27 cm
Encadernação: capa dura/encadernado
Edição: 1ª
Preço: R$ 49,90

Nicolau Kietzmann Goldemberg
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