
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Conceitualismos do Sul/Sur

A publicação traz uma coletânea de textos de estudiosos da arte intercalados com depoimentos de artistas sobre a produção do movimento Conceitualista na América do Sul nas décadas de 60 e 70. O período marcado pelas ditaduras no continente colocou em xeque o papel da arte contemporânea, obrigada a se debater em um contexto social e político extremo. O Conceitualismo veio como resposta e tinha como paradigma contestar a arte como instituição.
Resultante do Seminário “Conceitualismos do Sul/Sur” realizado no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Universidade de São Paulo (2008), que contou com o apoio da FAPESP e do Centro Cultural de Espanha em São Paulo e Buenos Aires, o livro é organizado por Cristina Freire – docente e curadora do MAC-USP – e Ana Longoni – escritora, pesquisadora e docente da Universidade de Buenos Aires–, que desenvolveram estudos e entrevistas em português e espanhol.
“Trabalho há 15 anos pesquisando Conceitualismo. Em 2007, em Barcelona, descobri que existiam vários pesquisadores sobre o tema no mundo e na América Latina, como por exemplo, no Peru, Uruguai, Chile e Argentina. A relação com a violência na ditadura e a falta nos acervos e, conseqüentemente, a ausência nos museus, abriu uma lacuna na memória. Assim, decidimos formatar esse livro para preservar ainda mais esse movimento artístico”, afirma Cristina Freire.
A pesquisa envolve o projeto artístico de Beau Geste Press/Libro Acción Libre, entrevista com os artistas Felipe Ehrenberg, Paulo Bruscky, Clemente Padín, Graciela Carnevale, Antoni Mercader. Apresenta também estudos sobre patrimonialização da arte Conceitual: Grup de Treball (Antoni Mercader), um texto sobre “A guerrilha cultural no Peru em 1970 (Emilio Tarazona e Miguel López López)”, e imagens de obras e de artistas.
Sobre as organizadoras:
Cristina Freire:
Docente e curadora do Museu de Arte Contemporanea da Universidade de São Paulo. Publicou diversos artigos em revistas especializadas nacionais e internacionais assim como é autora dos livros: Além dos Mapas. Os Monumentos no Imaginário Urbano Contemporâneo, São Paulo, Annablume/Fapsp,1997; Poéticas do Processo . Arte Conceitual no Museu; São Paulo, Iluminuras,1999 Arte Conceitual, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2006, entre outros.
Ana Longoni:
Escritora e pesquisadora do CONICET e docente da Universidade de Buenos Aires (UBA). Publicou recentemente entre outros livros. Publicou recentemente entre outros livros: Del Di Tella a Tucumaán Arde (Buenos Aires, El cielo por asalto, 2000, reedición: Eudeba, 2008). Traiciones: La figura del traidor em los Relatos acerca de los sobrevivientes de lá represión, (Buenos Aires, Norma, 2007) e o volume coletivo El Siluetazo (Buenos Aires, Adriana Hidalgo Editora, 2008).
Lançamento:
Dia 28 de outubro de 2009, quarta-feira, das 18:30 hs às 21:30hs.
Livraria Martins Fontes Paulista - 11 2167 - 9900
Av. Paulista, nº 509 - São Paulo - SP (próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)
Contatos de fontes:
Cristina Freire: 11- 9809-8183 / 3091-3392 E-mail: cfreire@usp.br
Felipe Ehrenberg- Artista Mexicano que participa do livro –
11 – 3375-6407 / 8187-8527
Dados Técnicos:
Conceitualismos do Sul/Sur
Cristina Freire e Ana Longoni (Orgs.)
Formato 16x23 cm, 362 páginas
ISBN: 978-85-7419-957-3
Assessoria de imprensa
Nicolau Kietzmann
nicolau@annablume.com.br
11-8273-6669
11-3070-3336
skype:nkp161
www.annablume.com.br
Resultante do Seminário “Conceitualismos do Sul/Sur” realizado no Museu de Arte Contemporânea (MAC) da Universidade de São Paulo (2008), que contou com o apoio da FAPESP e do Centro Cultural de Espanha em São Paulo e Buenos Aires, o livro é organizado por Cristina Freire – docente e curadora do MAC-USP – e Ana Longoni – escritora, pesquisadora e docente da Universidade de Buenos Aires–, que desenvolveram estudos e entrevistas em português e espanhol.
“Trabalho há 15 anos pesquisando Conceitualismo. Em 2007, em Barcelona, descobri que existiam vários pesquisadores sobre o tema no mundo e na América Latina, como por exemplo, no Peru, Uruguai, Chile e Argentina. A relação com a violência na ditadura e a falta nos acervos e, conseqüentemente, a ausência nos museus, abriu uma lacuna na memória. Assim, decidimos formatar esse livro para preservar ainda mais esse movimento artístico”, afirma Cristina Freire.
A pesquisa envolve o projeto artístico de Beau Geste Press/Libro Acción Libre, entrevista com os artistas Felipe Ehrenberg, Paulo Bruscky, Clemente Padín, Graciela Carnevale, Antoni Mercader. Apresenta também estudos sobre patrimonialização da arte Conceitual: Grup de Treball (Antoni Mercader), um texto sobre “A guerrilha cultural no Peru em 1970 (Emilio Tarazona e Miguel López López)”, e imagens de obras e de artistas.
Sobre as organizadoras:
Cristina Freire:
Docente e curadora do Museu de Arte Contemporanea da Universidade de São Paulo. Publicou diversos artigos em revistas especializadas nacionais e internacionais assim como é autora dos livros: Além dos Mapas. Os Monumentos no Imaginário Urbano Contemporâneo, São Paulo, Annablume/Fapsp,1997; Poéticas do Processo . Arte Conceitual no Museu; São Paulo, Iluminuras,1999 Arte Conceitual, Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2006, entre outros.
Ana Longoni:
Escritora e pesquisadora do CONICET e docente da Universidade de Buenos Aires (UBA). Publicou recentemente entre outros livros. Publicou recentemente entre outros livros: Del Di Tella a Tucumaán Arde (Buenos Aires, El cielo por asalto, 2000, reedición: Eudeba, 2008). Traiciones: La figura del traidor em los Relatos acerca de los sobrevivientes de lá represión, (Buenos Aires, Norma, 2007) e o volume coletivo El Siluetazo (Buenos Aires, Adriana Hidalgo Editora, 2008).
Lançamento:
Dia 28 de outubro de 2009, quarta-feira, das 18:30 hs às 21:30hs.
Livraria Martins Fontes Paulista - 11 2167 - 9900
Av. Paulista, nº 509 - São Paulo - SP (próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)
Contatos de fontes:
Cristina Freire: 11- 9809-8183 / 3091-3392 E-mail: cfreire@usp.br
Felipe Ehrenberg- Artista Mexicano que participa do livro –
11 – 3375-6407 / 8187-8527
Dados Técnicos:
Conceitualismos do Sul/Sur
Cristina Freire e Ana Longoni (Orgs.)
Formato 16x23 cm, 362 páginas
ISBN: 978-85-7419-957-3
Assessoria de imprensa
Nicolau Kietzmann
nicolau@annablume.com.br
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Fotógrafo Claudio Edinger lança seu 1º romance - Um Swami no Rio

A história de um iluminado na Cidade Maravilhosa
O primeiro romance do fotógrafo Claudio Edinger, Um Swami no Rio, uma história mística e policial, em que Jaime, o protagonista, conhece um indiano iluminado que vai mudar sua vida. Edinger surpreende na sua primeira obra literária, com uma intricada e divertida trama construída num estilo leve e despretensioso que prende o leitor do começo ao fim.
A trama gira em torno da busca pelo auto-conhecimento de Jaime e as descobertas reveladas pelo swami, um título hindu iogue. Paralelamente, ocorre o seqüestro de sua amiga Teresa. A história, então, começa a transcorrer em paisagens que vão desde favelas no Rio de Janeiro, passando pelos Estados Unidos, até viagens emblemáticas na Índia: “O livro acontece no Rio de Janeiro, que, apesar de nunca ter morado lá, é a cidade onde nasci e vai ser sempre um dos meus lares. E se passa também em grande parte na Índia porque não existe lugar no planeta mais intrigante, surreal e divertido do que lá”. O autor ainda completa:
“O leitor, conduzido pelo olhar do fotógrafo e narrador-personagem, entra em contato com uma visão global, que apreende diversas referências, mas que não se cristaliza diante das situações. Jaime é, sobretudo, um espectador antropológico, um ouvinte e um contador de histórias. A diferença entre ele e a maior parte dos personagens reais que habitam as grandes cidades hoje é a capacidade de perceber as coisas que estão à sua volta e se envolver, tendo consciência de que todas as coisas se comunicam e se relacionam”.
Edinger se formou em economia aos 22 anos, mas decidiu seguir carreira de fotógrafo. Já conviveu com Judeus Ortodoxos do Brooklin, morou cinco anos no excêntrico Hotel Chelsea, em Nova York, no Venice Beach, na Califórnia. Nos últimos 20 anos em busca de imaens, passou por Havana, Rio de janeiro, sertão da Bahia, São Paulo e, especialmente, pela Índia. Para ele, Um Swami no Rio “é uma combinação do que vivi e vivo com uma boa pitada de criatividade. A vida do swami Dayanand, personagem do indiano iluminado, é baseada em grande parte na vida e nos ensinamentos de Paramahansa Yogananda, a quem sigo desde que li sua autobiografia em 1975. A respiração iogue (pranayama) altera o design do cérebro e modifica tudo no homem. Claro que não é uma fórmula mágica, que dá certo para todos. Mas quando dá certo, é um grande barato e altera radicalmente o cotidiano, introduz transcendência em nossas vidas”.
Claudio Edinger é fotógrafo profissional, autor de 13 livros fotográficos, premiados internacionalmente. Suas fotos fazem parte dos acervos dos maiores museus e de grandes colecionadores brasileiros. Ele segue os ensinamentos de Paramahansa Yogananda e pratica ioga e meditação desde 1975.
Um Swami no Rio
A História de Um Iluminado na Cidade Maravilhosa
Autor: Claudio Edinger
Editora Annablume
Selo [e] editorial
Formato 16x23cm, 256 páginas
Valor: R$ 40,00
Contatos:
Claudio Edinger: cel: 5511 8447 0777 /11 3667 7661 / edinger@terra.com.br / http://www.claudioedinger.com/
Assessoria de imprensa
Nicolau Kietzmann
nicolau@annablume.com.br
11-8273-6669
11-3070-3336
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O primeiro romance do fotógrafo Claudio Edinger, Um Swami no Rio, uma história mística e policial, em que Jaime, o protagonista, conhece um indiano iluminado que vai mudar sua vida. Edinger surpreende na sua primeira obra literária, com uma intricada e divertida trama construída num estilo leve e despretensioso que prende o leitor do começo ao fim.
A trama gira em torno da busca pelo auto-conhecimento de Jaime e as descobertas reveladas pelo swami, um título hindu iogue. Paralelamente, ocorre o seqüestro de sua amiga Teresa. A história, então, começa a transcorrer em paisagens que vão desde favelas no Rio de Janeiro, passando pelos Estados Unidos, até viagens emblemáticas na Índia: “O livro acontece no Rio de Janeiro, que, apesar de nunca ter morado lá, é a cidade onde nasci e vai ser sempre um dos meus lares. E se passa também em grande parte na Índia porque não existe lugar no planeta mais intrigante, surreal e divertido do que lá”. O autor ainda completa:
“O leitor, conduzido pelo olhar do fotógrafo e narrador-personagem, entra em contato com uma visão global, que apreende diversas referências, mas que não se cristaliza diante das situações. Jaime é, sobretudo, um espectador antropológico, um ouvinte e um contador de histórias. A diferença entre ele e a maior parte dos personagens reais que habitam as grandes cidades hoje é a capacidade de perceber as coisas que estão à sua volta e se envolver, tendo consciência de que todas as coisas se comunicam e se relacionam”.
Edinger se formou em economia aos 22 anos, mas decidiu seguir carreira de fotógrafo. Já conviveu com Judeus Ortodoxos do Brooklin, morou cinco anos no excêntrico Hotel Chelsea, em Nova York, no Venice Beach, na Califórnia. Nos últimos 20 anos em busca de imaens, passou por Havana, Rio de janeiro, sertão da Bahia, São Paulo e, especialmente, pela Índia. Para ele, Um Swami no Rio “é uma combinação do que vivi e vivo com uma boa pitada de criatividade. A vida do swami Dayanand, personagem do indiano iluminado, é baseada em grande parte na vida e nos ensinamentos de Paramahansa Yogananda, a quem sigo desde que li sua autobiografia em 1975. A respiração iogue (pranayama) altera o design do cérebro e modifica tudo no homem. Claro que não é uma fórmula mágica, que dá certo para todos. Mas quando dá certo, é um grande barato e altera radicalmente o cotidiano, introduz transcendência em nossas vidas”.
Claudio Edinger é fotógrafo profissional, autor de 13 livros fotográficos, premiados internacionalmente. Suas fotos fazem parte dos acervos dos maiores museus e de grandes colecionadores brasileiros. Ele segue os ensinamentos de Paramahansa Yogananda e pratica ioga e meditação desde 1975.
Um Swami no Rio
A História de Um Iluminado na Cidade Maravilhosa
Autor: Claudio Edinger
Editora Annablume
Selo [e] editorial
Formato 16x23cm, 256 páginas
Valor: R$ 40,00
Contatos:
Claudio Edinger: cel: 5511 8447 0777 /11 3667 7661 / edinger@terra.com.br / http://www.claudioedinger.com/
Assessoria de imprensa
Nicolau Kietzmann
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sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Livro O Fervo da Terra será Lançado em Cuiabá
Credito - Bruna Pasquini
O Fervo da Terra será Lançado em Cuiabá
A escritora e antropóloga Deborah Goldemberg fará o lançamento de seu mais novo livro no próximo dia 8 de outubro na FLIMT – Feira do Livro Indígena de Mato Grosso –, no Pavilhão Palácio, às 17 horas, no estande da própria editora.
Sobre a obra
A novela da escritora e antropóloga Deborah Goldemberg é uma epopéia dos migrantes gaúchos para os estados do Norte em busca de novas oportunidades e os conflitos que surgiram quando eles se depararam com a “corrida do ouro” nos anos 90, acompanhada da criação de cidades e vilarejos com crescimento desordenado, o que estremeceu o equilíbrio das comunidades rurais e indígenas. Com enredo cheio de tramas que envolvem as relações familiares, a ganância do ganho rápido do dinheiro com o ouro, as paixões, a conquista moral e suas derrotas, o texto ainda tem o cunho ambiental.
O prefácio é do renomado Sociólogo José de Souza Martins, Professor Emérito (2008) e Professor Titular do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), que recentemente lançou um livro com o mesmo tema:
“A narrativa de Aké tece a visibilidade da trama de ocultações que enredam a vida de cada um nos liames da tumultuada e violenta ocupação da fronteira.”, diz o professor.
O texto é baseado na linguagem multiétnica e transbrasileira em que Deborah Goldemberg faz o leitor viajar nas relações sociais, nas tentações que levam até os homens mais dedicados irem à bancarrota, miseráveis conquistarem seu espaço social, brancos, negros e índios trocarem seu papel que tanto uma sociedade insiste em manter como tradição.
“Viajei muitos anos pelo Brasil participando de projetos de desenvolvimento junto a comunidades quilombolas, indígenas e até com grandes produtores e fazendeiros. Assim conheci a realidade brasileira, as misturas étnicas, os diversos credos, seus sonhos e seus anseios. Aos poucos, o ímpeto de transformar aquela realidade cedeu a um encanto cada vez maior pelas coisas como elas são e eu soube que tinha que escrever sobre tudo isso...”, conta a autora.
Com o Mato Grosso de pano de fundo, Estado que foi amplamente ocupado por gaúchos, os principais personagens do livro são a família de Seu Luis, o índio Aké Panará - que é separado de sua família logo na infância, quando seu povo perde suas terras -, e o negro Messias, líder do garimpo, que invade as terras de Seu Luis e muda o rumo da história de todos na região.
Chama a atenção, a voz do narrador, que Prof. Martins caracteriza como, “Eco da sonoridade barroca que ficou por aí na fala cantada do povo sertanejo e nas sutilezas do duplo sentido que a caracteriza e que é o seu conteúdo. O que nela importa é a correção das idéias na dialética dos opostos que lhe dá sentido”. Em sua opinião a formação antropologica e o talento literário da autora que, “a tornaram sensível aprendiz da língua do sertão, aquela fala cheia de rebuscamentos e sonoridades de obra de arte”. A autora explica: “Percebendo que esta voz estava viva em mim, que eu conseguia mimetizá-la, eu me dei a liberdade de nela escrever. Erra quem pensa que Aké ‘fala errado’. Ele narra num misto de sua língua nativa e um português impregnado de diversas influências. O multilinguismo, na minha opinião, ainda é a principal característica da prosa falada do brasileiro.”
Sobre a obra
A novela da escritora e antropóloga Deborah Goldemberg é uma epopéia dos migrantes gaúchos para os estados do Norte em busca de novas oportunidades e os conflitos que surgiram quando eles se depararam com a “corrida do ouro” nos anos 90, acompanhada da criação de cidades e vilarejos com crescimento desordenado, o que estremeceu o equilíbrio das comunidades rurais e indígenas. Com enredo cheio de tramas que envolvem as relações familiares, a ganância do ganho rápido do dinheiro com o ouro, as paixões, a conquista moral e suas derrotas, o texto ainda tem o cunho ambiental.
O prefácio é do renomado Sociólogo José de Souza Martins, Professor Emérito (2008) e Professor Titular do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP), que recentemente lançou um livro com o mesmo tema:
“A narrativa de Aké tece a visibilidade da trama de ocultações que enredam a vida de cada um nos liames da tumultuada e violenta ocupação da fronteira.”, diz o professor.
O texto é baseado na linguagem multiétnica e transbrasileira em que Deborah Goldemberg faz o leitor viajar nas relações sociais, nas tentações que levam até os homens mais dedicados irem à bancarrota, miseráveis conquistarem seu espaço social, brancos, negros e índios trocarem seu papel que tanto uma sociedade insiste em manter como tradição.
“Viajei muitos anos pelo Brasil participando de projetos de desenvolvimento junto a comunidades quilombolas, indígenas e até com grandes produtores e fazendeiros. Assim conheci a realidade brasileira, as misturas étnicas, os diversos credos, seus sonhos e seus anseios. Aos poucos, o ímpeto de transformar aquela realidade cedeu a um encanto cada vez maior pelas coisas como elas são e eu soube que tinha que escrever sobre tudo isso...”, conta a autora.
Com o Mato Grosso de pano de fundo, Estado que foi amplamente ocupado por gaúchos, os principais personagens do livro são a família de Seu Luis, o índio Aké Panará - que é separado de sua família logo na infância, quando seu povo perde suas terras -, e o negro Messias, líder do garimpo, que invade as terras de Seu Luis e muda o rumo da história de todos na região.
Chama a atenção, a voz do narrador, que Prof. Martins caracteriza como, “Eco da sonoridade barroca que ficou por aí na fala cantada do povo sertanejo e nas sutilezas do duplo sentido que a caracteriza e que é o seu conteúdo. O que nela importa é a correção das idéias na dialética dos opostos que lhe dá sentido”. Em sua opinião a formação antropologica e o talento literário da autora que, “a tornaram sensível aprendiz da língua do sertão, aquela fala cheia de rebuscamentos e sonoridades de obra de arte”. A autora explica: “Percebendo que esta voz estava viva em mim, que eu conseguia mimetizá-la, eu me dei a liberdade de nela escrever. Erra quem pensa que Aké ‘fala errado’. Ele narra num misto de sua língua nativa e um português impregnado de diversas influências. O multilinguismo, na minha opinião, ainda é a principal característica da prosa falada do brasileiro.”
Sobre a autora
Deborah Goldemberg nasceu em São Paulo, em 1975, é antropóloga e escritora. Atuou na área de desenvolvimento local sustentável no Norte e Nordeste do Brasil durante uma década. Estreou com o livro Ressurgência Icamiaba (Selo Demônio Negro, Ed. Annablume, 2009), após publicar diversas crônicas e poemas em coletâneas. Agitadora da literatura transbrasileira e multiétnica, foi curadora do I Sarau das Poéticas Indígenas da Casa das Rosas (2009), é colunista do projeto internacional de blogueiros Global Voices e da revista eletrônica Oca das Letras. Visite o blog: http://fervodaterra.blogspot.com/
Autora: Deborah
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2009
ISBN: 978-85-99146-78-1
Tamanho: 13,8 x 20,8 cm
Nº de páginas: 96
Gênero: Literatura / Ficção
Editora: Carlini & Caniato Editorial
Preço: 20,00
Contatos:
Ramon Carlini
(65)3023-5714/5715
ramon@tantatinta.com.br
Nicolau Kietzmann
Assessoria de imprensa
nicolau@dgnk.com.br
11-8273-6669
11-3070-3336
skype:nkp161
Deborah Goldemberg nasceu em São Paulo, em 1975, é antropóloga e escritora. Atuou na área de desenvolvimento local sustentável no Norte e Nordeste do Brasil durante uma década. Estreou com o livro Ressurgência Icamiaba (Selo Demônio Negro, Ed. Annablume, 2009), após publicar diversas crônicas e poemas em coletâneas. Agitadora da literatura transbrasileira e multiétnica, foi curadora do I Sarau das Poéticas Indígenas da Casa das Rosas (2009), é colunista do projeto internacional de blogueiros Global Voices e da revista eletrônica Oca das Letras. Visite o blog: http://fervodaterra.blogspot.com/
Autora: Deborah
Edição: 1ª
Data de Publicação: 2009
ISBN: 978-85-99146-78-1
Tamanho: 13,8 x 20,8 cm
Nº de páginas: 96
Gênero: Literatura / Ficção
Editora: Carlini & Caniato Editorial
Preço: 20,00
Contatos:
Ramon Carlini
(65)3023-5714/5715
ramon@tantatinta.com.br
Nicolau Kietzmann
Assessoria de imprensa
nicolau@dgnk.com.br
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Brasileira é uma das escolhidas da América Latina para participar da competição TH!NK ABOUT IT 2009 sobre Mudanças Climáticas

Brasileira é uma das escolhidas da América Latina para participar da competição TH!NK ABOUT IT 2009 sobre Mudanças Climáticas
Deborah Goldemberg, escritora brasileira, foi convidada para o lançamento do TH!NK ABOUT IT (PENSE N!SSO) 2009 em Copenhaguem, nos dias 21 e 22 de Setembro, para receber um treinamento de jornalistas especializados em meio ambiente e imergir em uma sociedade com grande preocupação com sustentabilidade. Hoje participa da competição mundial direcionada à blogosfera em que os ganhadores participarão da COP 15, Copenhaguem, em Dezembro de 2009, acompanhando a imprensa.
Quem: A ONG EJC (European Journalism Centre) realiza a segunda edição de sua competição anual de blogueiros internacionais, TH!NK ABOUT IT, sobre o tema de mudanças climáticas com a participação de 81 blogueiros de diversos países europeus, além de convidados especiais do Brasil, Índia, China, África do Sul e Estados Unidos. O evento é patrocinado pela União Européia.
Quando: A competição foi lançada em 21 de Setembro, em Copenhaguem, e dura três meses.
Como: Os blogueiros convidados participaram de um evento de lançamento em Copenhaguem, onde foram treinados por jornalistas que atuam no tema ambiental (da National Geographic, Der Spiegel etc) e visitaram uma ecovila dinamarquesa. A partir daí, os blogueiros tem que postar no mínimo três posts por mês no blog criado pela EJC. Os posts de maior sucesso serão premiados com equipamentos tecnológicos e as três melhores atuações serão premiadas com um Mac Pro e a ida para a COP 15 (Conferência do Clima - Copenhaguem) em Dezembro de 2009 acompanhando a imprensa.
Onde: Copenhaguem, Dinamarca - http://climatechange.thinkaboutit.eu/think2/
Porque: O objetivo da competição é encorajar os blogueiros mundiais a desenvolverem textos sobre o tema das mudanças climáticas e como isso vêm afetando suas vidas.
Deborah Goldemberg:
Quem: Deborah um de três participantes que representam o Brasil na competição. Deborah Goldemberg nasceu em São Paulo, em 1975, é antropóloga e escritora. Atuou na área de desenvolvimento local sustentável no Norte e Nordeste do Brasil durante uma década. Estreou com o livro Ressurgência Icamiaba (Selo Demônio Negro, Ed. Annablume, 2009), após publicar diversas crônicas e poemas em coletâneas. Agitadora da literatura transbrasileira e multiétnica, foi curadora do I Sarau das Poéticas Indígenas da Casa das Rosas (2009). Na blogosfera é colunista do blog internacional Global Voices (projeto desenvolvido pela Universidade de Harvard) e da revista eletrônica de Oca das Letras.
- Posts pelo Global Voices: http://pt.globalvoicesonline.org/author/deborah-icamiaba/
O que? Para sua participação do TH!NK ABOUT IT 2009, Deborah criou a personagem fictícia Tatik, uma antropóloga indígena, que vive em Montik, e está em Copenhaguem fazendo pesquisas antropológicas sobre a Eco Sociedade sob a supervisão do Professor Loitik. A idéia é lançar um olhar antropológico sobre o universo dos militantes ambientais, caracterizando sua visão de mundo e suas falácias.
Onde: http://ressurgenciaicamiaba.blogspot.com/ e http://climatechange.thinkaboutit.eu/think2/blogger/goldemberg
Contatos: 11 5052-7384 ou 9954-0982. E-mail: http://br.mc655.mail.yahoo.com/mc/compose?to=debbiegoldemberg@yahoo.com.br
Deborah Goldemberg, escritora brasileira, foi convidada para o lançamento do TH!NK ABOUT IT (PENSE N!SSO) 2009 em Copenhaguem, nos dias 21 e 22 de Setembro, para receber um treinamento de jornalistas especializados em meio ambiente e imergir em uma sociedade com grande preocupação com sustentabilidade. Hoje participa da competição mundial direcionada à blogosfera em que os ganhadores participarão da COP 15, Copenhaguem, em Dezembro de 2009, acompanhando a imprensa.
Quem: A ONG EJC (European Journalism Centre) realiza a segunda edição de sua competição anual de blogueiros internacionais, TH!NK ABOUT IT, sobre o tema de mudanças climáticas com a participação de 81 blogueiros de diversos países europeus, além de convidados especiais do Brasil, Índia, China, África do Sul e Estados Unidos. O evento é patrocinado pela União Européia.
Quando: A competição foi lançada em 21 de Setembro, em Copenhaguem, e dura três meses.
Como: Os blogueiros convidados participaram de um evento de lançamento em Copenhaguem, onde foram treinados por jornalistas que atuam no tema ambiental (da National Geographic, Der Spiegel etc) e visitaram uma ecovila dinamarquesa. A partir daí, os blogueiros tem que postar no mínimo três posts por mês no blog criado pela EJC. Os posts de maior sucesso serão premiados com equipamentos tecnológicos e as três melhores atuações serão premiadas com um Mac Pro e a ida para a COP 15 (Conferência do Clima - Copenhaguem) em Dezembro de 2009 acompanhando a imprensa.
Onde: Copenhaguem, Dinamarca - http://climatechange.thinkaboutit.eu/think2/
Porque: O objetivo da competição é encorajar os blogueiros mundiais a desenvolverem textos sobre o tema das mudanças climáticas e como isso vêm afetando suas vidas.
Deborah Goldemberg:
Quem: Deborah um de três participantes que representam o Brasil na competição. Deborah Goldemberg nasceu em São Paulo, em 1975, é antropóloga e escritora. Atuou na área de desenvolvimento local sustentável no Norte e Nordeste do Brasil durante uma década. Estreou com o livro Ressurgência Icamiaba (Selo Demônio Negro, Ed. Annablume, 2009), após publicar diversas crônicas e poemas em coletâneas. Agitadora da literatura transbrasileira e multiétnica, foi curadora do I Sarau das Poéticas Indígenas da Casa das Rosas (2009). Na blogosfera é colunista do blog internacional Global Voices (projeto desenvolvido pela Universidade de Harvard) e da revista eletrônica de Oca das Letras.
- Posts pelo Global Voices: http://pt.globalvoicesonline.org/author/deborah-icamiaba/
O que? Para sua participação do TH!NK ABOUT IT 2009, Deborah criou a personagem fictícia Tatik, uma antropóloga indígena, que vive em Montik, e está em Copenhaguem fazendo pesquisas antropológicas sobre a Eco Sociedade sob a supervisão do Professor Loitik. A idéia é lançar um olhar antropológico sobre o universo dos militantes ambientais, caracterizando sua visão de mundo e suas falácias.
Onde: http://ressurgenciaicamiaba.blogspot.com/ e http://climatechange.thinkaboutit.eu/think2/blogger/goldemberg
Contatos: 11 5052-7384 ou 9954-0982. E-mail: http://br.mc655.mail.yahoo.com/mc/compose?to=debbiegoldemberg@yahoo.com.br
Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente - Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu.

Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente - Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu.
Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu. É o que propõe o arquiteto e pesquisador Andrea Piccini em seu livro Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente. Evidenciando a forte influência da cultura árabe-islâmica e turco-islâmica em Florença, decorrente das trocas comerciais e das cruzadas, Piccini apresenta um novo paradigma – muito além das heranças greco-romanas – para se compreender as manifestações arquitetônicas no período na Itália, berço das inovações renascentistas que ecoariam por toda Europa.
Na apresentação, Julio Katinsky, professor da FAU-USP, deixa clara a relevância do estudo de Piccini:
“Seguindo essa tendência, acredito que podemos considerar a Escola da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)-USP, como foro privilegiado de uma nova histografia da Arte da Arquitetura entre nós do Brasil. Para isso, os fundamentos foram oferecidos principalmente por Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, sem esquecer obviamente, Liwis Morgan e Claude Levi- Strauss. É a essa escola que se filia o estudo de Andrea Piccini”.
O interesse do autor se desenvolveu ainda na universidade, quando cursava a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Florença e teve os primeiros contatos com a cultura arquitetônica oriental:
“Tudo começou quando estava na Universidade: enquanto todos estudavam matérias tradicionais, eu já desenvolvi a curiosidade por detalhes das residências árabe-islâmica e turco-islâmica e suas influências. Como, por exemplo, Jerusalém, que foi anexada ao novo império árabe e era um símbolo religioso, e se tornará um motor de transmissão de elementos arquitetônicos. No ano de 1099, a cidade foi conquistada aos árabes pelos cruzados, que a administraram até 1187, quando a cidade foi conquistada por Saladino. Passou novamente a ser administrada pelos árabes, que, com exceção do curto período de reconquista dos cruzados (de 1229 a 1224), a governaram até 1260.”
O livro ilustrado mostra detalhes das influências com imagens feitas pelo autor e várias cidades do Oriente Médio e da Turquia. Piccini antecipa também na obra trechos de sua pesquisa atual, que evidencia o diálogo da arquitetura florentina com as culturas da Ásia Central e mesmo do extremo Oriente, resultado das trocas comerciais que se realizavam pela famosa Rota da Seda.
Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente traz ainda um glossário de termos arquitetônicos em árabe, turco, armênio e português, e a cronologia de 570 a 1198, com consultas dos períodos mencionados, dinastias e datas históricas, além de documentos datados em 1390, 1402, 1413 e 1463.
Sobre o autor: Formado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Florença, Itália é mestre em Arquitetura na Área de Tecnologia do Ambiente Construído pela EESC/USP. Defendeu seu doutorado em Engenharia Urbana no Depto. De Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica/USP.
É mestre em Cultura Médio Oriental na Área de Concentração Literatura e Cultura Médio Oriental, Depto. De Línguas Orientais da FFLCH/USP, onde acompanha como professor convidado pesquisas e teses sobre arquitetura árabe no Oriente Médio. É professor convidado e coordenador do Brasil no Centro de Pesquisa e Documentação, Tecnologia, Arquitetura e Cidade nos Países em Desenvolvimento-Departamento Cada Cittá-Faculdade de Arquitetura, Politécnico de Torino-Itália, para atividade de graduação e pós-graduação.
Membro do comitê de Arte e Cultura da Câmara de Comércio, Industria e Turismo Brasil-Turquia de São Paulo e do ICARBE – Instituto de Cultura Árabe de São Paulo.
Para entrevistas, pedidos de imagens e exemplares:
Nicolau Kietzmann
Assessoria de imprensa
nicolau@annablume.com.br
www.annablume.com.br
11-8273-6669
11-3070-3336
skype:nkp161
Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu. É o que propõe o arquiteto e pesquisador Andrea Piccini em seu livro Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente. Evidenciando a forte influência da cultura árabe-islâmica e turco-islâmica em Florença, decorrente das trocas comerciais e das cruzadas, Piccini apresenta um novo paradigma – muito além das heranças greco-romanas – para se compreender as manifestações arquitetônicas no período na Itália, berço das inovações renascentistas que ecoariam por toda Europa.
Na apresentação, Julio Katinsky, professor da FAU-USP, deixa clara a relevância do estudo de Piccini:
“Seguindo essa tendência, acredito que podemos considerar a Escola da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)-USP, como foro privilegiado de uma nova histografia da Arte da Arquitetura entre nós do Brasil. Para isso, os fundamentos foram oferecidos principalmente por Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, sem esquecer obviamente, Liwis Morgan e Claude Levi- Strauss. É a essa escola que se filia o estudo de Andrea Piccini”.
O interesse do autor se desenvolveu ainda na universidade, quando cursava a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Florença e teve os primeiros contatos com a cultura arquitetônica oriental:
“Tudo começou quando estava na Universidade: enquanto todos estudavam matérias tradicionais, eu já desenvolvi a curiosidade por detalhes das residências árabe-islâmica e turco-islâmica e suas influências. Como, por exemplo, Jerusalém, que foi anexada ao novo império árabe e era um símbolo religioso, e se tornará um motor de transmissão de elementos arquitetônicos. No ano de 1099, a cidade foi conquistada aos árabes pelos cruzados, que a administraram até 1187, quando a cidade foi conquistada por Saladino. Passou novamente a ser administrada pelos árabes, que, com exceção do curto período de reconquista dos cruzados (de 1229 a 1224), a governaram até 1260.”
O livro ilustrado mostra detalhes das influências com imagens feitas pelo autor e várias cidades do Oriente Médio e da Turquia. Piccini antecipa também na obra trechos de sua pesquisa atual, que evidencia o diálogo da arquitetura florentina com as culturas da Ásia Central e mesmo do extremo Oriente, resultado das trocas comerciais que se realizavam pela famosa Rota da Seda.
Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente traz ainda um glossário de termos arquitetônicos em árabe, turco, armênio e português, e a cronologia de 570 a 1198, com consultas dos períodos mencionados, dinastias e datas históricas, além de documentos datados em 1390, 1402, 1413 e 1463.
Sobre o autor: Formado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Florença, Itália é mestre em Arquitetura na Área de Tecnologia do Ambiente Construído pela EESC/USP. Defendeu seu doutorado em Engenharia Urbana no Depto. De Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica/USP.
É mestre em Cultura Médio Oriental na Área de Concentração Literatura e Cultura Médio Oriental, Depto. De Línguas Orientais da FFLCH/USP, onde acompanha como professor convidado pesquisas e teses sobre arquitetura árabe no Oriente Médio. É professor convidado e coordenador do Brasil no Centro de Pesquisa e Documentação, Tecnologia, Arquitetura e Cidade nos Países em Desenvolvimento-Departamento Cada Cittá-Faculdade de Arquitetura, Politécnico de Torino-Itália, para atividade de graduação e pós-graduação.
Membro do comitê de Arte e Cultura da Câmara de Comércio, Industria e Turismo Brasil-Turquia de São Paulo e do ICARBE – Instituto de Cultura Árabe de São Paulo.
Para entrevistas, pedidos de imagens e exemplares:
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Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII

Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII
Estratégias de resistência através dos testamentos
O livro Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII chega a 3ª edição, que será lançada dia 1 de outubro de 2009, na livraria Quixote em Belo Horizonte, às 19h. O texto, originalmente a dissertação de mestrado do professor do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Eduardo França Paiva, tem uma linguagem leve e traz ao leitor uma revisão da história do séc. XVIII em sua estrutura social com o estudo de 357 testamentos entre os anos de 1720 e 1785 de homens e mulheres livres moradores da Comarca do Rio das Velhas na Capitania de Minas Gerais.
Para o autor, o livro se torna atual e desperta a curiosidade do leitor principalmente pelas informações levantadas em uma extensa pesquisa e que ainda são pouco conhecidas. Eduardo Paiva revela uma sociedade em que o escravo compra sua alforria em parcelas, processo conhecido como coartação: “O livro derruba a tese popular que eu chamo de ‘imaginário do tronco’. O escravo parcelava sua liberdade, negociando com o seu proprietário, em parcelas em 4 ou 5 anos, uma espécie de crédito da liberdade. Depois aspira socialmente, inclusive as mulheres, e adquire posses e escravos’.
Outro ponto interessante da obra é a formação da família matri-focal, da mulher livre e não branca, que redesenha a família na época em que essa mãe, sem marido, trabalhava e sustentava os filhos. Segundo Paiva, este dado novo dá luz a uma economia e a cultura deste grupo social que ainda não é conhecida e cuja abordagem historiográfica ainda é incipiente, mas evidencia que os escravos e libertos eram agentes históricos importantes.
A apresentação tem o cunho do Prof. Doutor da UFMG Douglas Cole Libby que discorre: “...às vezes, os testamentos constituíam verdadeiras histórias da vida, claro que na visão do morimbundo. Estas são as ricas fontes que revelam uniões entre livres e escravas, relações familiares pouco ou nada convencionais e alforrias de toda sorte, exeplarmente exploradas no texto...Outro ponto de originalidade reside na recusa em catalogar atitudes e comportamentos de escravos em nítidas categorias divididas, sobretudo, entre a rebeldia e submissão...”.
Eduardo França Paiva: Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1989), é mestre em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993) e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (1999), com estudos pós-doutorais na EHESS-Paris (2006/2007).
Atualmente é Professor Associado da UFMG, coordenador do Programa de Pós-graduação em História e diretor do centro de estudos sobre a Presença Africana no Mundo Moderno-CEPAMM-UFMG.
É pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, líder de grupo de pesquisa UFMG-CNPq, pesquisador associado ao MASCIPO/CERMA/EHESS-Paris, ao GDRI Esclavages - CNRS/EHESS-Paris e à EEHA/CSIC-Sevilla (projeto Las Fronteras y sus Ciudades-séc.XVI-XVIII).
Foi professor visitante na Katholieke Universiteit Leuven (2006), na Universidad Pablo Olavide-Sevilla (2009) e pesquisador visitante na Escuela de Estudios Hispano-Americanos de Sevilla (2007 e 2009).
Dados Técnicos:
Formato 16x23cm
284 páginas
ISBN 978-85-7419-982-5
Contatos:
Eduardo Paiva: 31-3377-2689/3047-2689/9731-5412
Rua Fernandes Tourinho, 274, Belo Horizonte, MG
Endereço da livraria Quixote: Rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, Belo Horizonte
Tel.: (31) 3264-2858
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Nicolau Kietzmann
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Estratégias de resistência através dos testamentos
O livro Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII chega a 3ª edição, que será lançada dia 1 de outubro de 2009, na livraria Quixote em Belo Horizonte, às 19h. O texto, originalmente a dissertação de mestrado do professor do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Eduardo França Paiva, tem uma linguagem leve e traz ao leitor uma revisão da história do séc. XVIII em sua estrutura social com o estudo de 357 testamentos entre os anos de 1720 e 1785 de homens e mulheres livres moradores da Comarca do Rio das Velhas na Capitania de Minas Gerais.
Para o autor, o livro se torna atual e desperta a curiosidade do leitor principalmente pelas informações levantadas em uma extensa pesquisa e que ainda são pouco conhecidas. Eduardo Paiva revela uma sociedade em que o escravo compra sua alforria em parcelas, processo conhecido como coartação: “O livro derruba a tese popular que eu chamo de ‘imaginário do tronco’. O escravo parcelava sua liberdade, negociando com o seu proprietário, em parcelas em 4 ou 5 anos, uma espécie de crédito da liberdade. Depois aspira socialmente, inclusive as mulheres, e adquire posses e escravos’.
Outro ponto interessante da obra é a formação da família matri-focal, da mulher livre e não branca, que redesenha a família na época em que essa mãe, sem marido, trabalhava e sustentava os filhos. Segundo Paiva, este dado novo dá luz a uma economia e a cultura deste grupo social que ainda não é conhecida e cuja abordagem historiográfica ainda é incipiente, mas evidencia que os escravos e libertos eram agentes históricos importantes.
A apresentação tem o cunho do Prof. Doutor da UFMG Douglas Cole Libby que discorre: “...às vezes, os testamentos constituíam verdadeiras histórias da vida, claro que na visão do morimbundo. Estas são as ricas fontes que revelam uniões entre livres e escravas, relações familiares pouco ou nada convencionais e alforrias de toda sorte, exeplarmente exploradas no texto...Outro ponto de originalidade reside na recusa em catalogar atitudes e comportamentos de escravos em nítidas categorias divididas, sobretudo, entre a rebeldia e submissão...”.
Eduardo França Paiva: Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1989), é mestre em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993) e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (1999), com estudos pós-doutorais na EHESS-Paris (2006/2007).
Atualmente é Professor Associado da UFMG, coordenador do Programa de Pós-graduação em História e diretor do centro de estudos sobre a Presença Africana no Mundo Moderno-CEPAMM-UFMG.
É pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, líder de grupo de pesquisa UFMG-CNPq, pesquisador associado ao MASCIPO/CERMA/EHESS-Paris, ao GDRI Esclavages - CNRS/EHESS-Paris e à EEHA/CSIC-Sevilla (projeto Las Fronteras y sus Ciudades-séc.XVI-XVIII).
Foi professor visitante na Katholieke Universiteit Leuven (2006), na Universidad Pablo Olavide-Sevilla (2009) e pesquisador visitante na Escuela de Estudios Hispano-Americanos de Sevilla (2007 e 2009).
Dados Técnicos:
Formato 16x23cm
284 páginas
ISBN 978-85-7419-982-5
Contatos:
Eduardo Paiva: 31-3377-2689/3047-2689/9731-5412
Rua Fernandes Tourinho, 274, Belo Horizonte, MG
Endereço da livraria Quixote: Rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, Belo Horizonte
Tel.: (31) 3264-2858
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Diversidade da Gastronomia de Mato Grosso

O livro Diversidade da Gastronomia de Mato Grosso traz aos apaixonados e curiosos da gastronomia brasileira 73 receitas típicas do Mato Grosso. Uma coletânea que resgata os sabores regionais com a assinatura da Chef Edna Lara e recheada de imagens e dicas saborosas que praticamente caíram no esquecimento da cozinha popular.
Edna saiu de Mato Grosso e foi para o Rio de Janeiro onde morou e trabalhou por 34 anos, se formou em Direito, Administração e em Gastronomia e Culinária na Estácio de Sá. Ao voltar à sua cidade natal, Cuiabá, começou a recuperar as receitas usadas por sua mãe Nympha Escolástica, hoje com 97 anos. Trocou as pitadas por métricas e resgatou as receitas que poucos se lembram, como o Cozidão Cuiabano ou a curiosa receita Mulher Parida:
“Fiz mais que uma pesquisa, busquei na minha infância e no tempo que ficava com minha mãe na cozinha, e desenvolvi as receitas que acreditei ter mais relevância. Espero produzir mais um livro com o restante das receitas, nossa cultura gastronômica é muito rica, uma mistura africana, indígena e portuguesa com inúmeros pratos”.
Essa diversidade ainda ganha mais ênfase com receitas como o filé de carne de jacaré, empanado, Maria Isabel (carne-seca com arroz), mujica de pintado, sopa de banana-da-terra verde, furrundu - doce que é feito com mamão verde, rapadura e gengibre ou a surpreendente feijoada cuibana que entre outros ingredientes poucos usados nas cozinhas tradicionais brasileira leva ossos de joelho de boi com cartilagem (catuni).
Todas as receitas tem um tom descontraído e as receitas são de fácil preparo:
“Sou uma pessoa com uma história muito feliz de vida e gosto de encarar tudo com muito bom humor, felicidade e a alegria típica do nosso povo. Esse livro é a forma que encontrei para deixar o meu legado de vida, um pouco da história da minha família e do estado de Mato Grosso, que me trouxe tantas felicidades”.
O livro também tem dicas de Bárbara Azevedo, enófila, para a harmonização das receitas com vinhos, e de João Carlos Vicente Ferreira - presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso -, discorrendo sobre a importância da coletânea cultural ligada ao paladar e ao gosto da região.
Sobre a Autora:
Edna Lara nasceu em Cuiabá, Mato Grosso. Formou-se em Direito (1971), Administração de Empresas (1975) e em Gastronomia e Culinária (2005), além de ter frequentado diversos cursos de Gastronomia com destaque para o midiático Chef Alvaro Rodrigues. Ministrou cursos de Comida Equatoriana – Literamérica 2006; Culinária Regional na Faculdade de Gastronomia da Universidade de Cuiabá e Culinária Regional no Centro Cultural Casa Cuiabana. Atualmente dedica-se a realizar eventos gastronômicos. No mês de julho passado, assinou o I Festival da Gastronomia de Mato Grosso, realizado no Hotel Deville Cuiabá.
Contatos: (entrevistas, imagens, pedido de exemplar etc.)
Nicolau Kietzmann
Assessoria de Imprensa
nicolau.press@gmail.com
11-3070-3336 / 11-8273-6669
Chef Edna Lara: 65 - 9972-2164
Edna saiu de Mato Grosso e foi para o Rio de Janeiro onde morou e trabalhou por 34 anos, se formou em Direito, Administração e em Gastronomia e Culinária na Estácio de Sá. Ao voltar à sua cidade natal, Cuiabá, começou a recuperar as receitas usadas por sua mãe Nympha Escolástica, hoje com 97 anos. Trocou as pitadas por métricas e resgatou as receitas que poucos se lembram, como o Cozidão Cuiabano ou a curiosa receita Mulher Parida:
“Fiz mais que uma pesquisa, busquei na minha infância e no tempo que ficava com minha mãe na cozinha, e desenvolvi as receitas que acreditei ter mais relevância. Espero produzir mais um livro com o restante das receitas, nossa cultura gastronômica é muito rica, uma mistura africana, indígena e portuguesa com inúmeros pratos”.
Essa diversidade ainda ganha mais ênfase com receitas como o filé de carne de jacaré, empanado, Maria Isabel (carne-seca com arroz), mujica de pintado, sopa de banana-da-terra verde, furrundu - doce que é feito com mamão verde, rapadura e gengibre ou a surpreendente feijoada cuibana que entre outros ingredientes poucos usados nas cozinhas tradicionais brasileira leva ossos de joelho de boi com cartilagem (catuni).
Todas as receitas tem um tom descontraído e as receitas são de fácil preparo:
“Sou uma pessoa com uma história muito feliz de vida e gosto de encarar tudo com muito bom humor, felicidade e a alegria típica do nosso povo. Esse livro é a forma que encontrei para deixar o meu legado de vida, um pouco da história da minha família e do estado de Mato Grosso, que me trouxe tantas felicidades”.
O livro também tem dicas de Bárbara Azevedo, enófila, para a harmonização das receitas com vinhos, e de João Carlos Vicente Ferreira - presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso -, discorrendo sobre a importância da coletânea cultural ligada ao paladar e ao gosto da região.
Sobre a Autora:
Edna Lara nasceu em Cuiabá, Mato Grosso. Formou-se em Direito (1971), Administração de Empresas (1975) e em Gastronomia e Culinária (2005), além de ter frequentado diversos cursos de Gastronomia com destaque para o midiático Chef Alvaro Rodrigues. Ministrou cursos de Comida Equatoriana – Literamérica 2006; Culinária Regional na Faculdade de Gastronomia da Universidade de Cuiabá e Culinária Regional no Centro Cultural Casa Cuiabana. Atualmente dedica-se a realizar eventos gastronômicos. No mês de julho passado, assinou o I Festival da Gastronomia de Mato Grosso, realizado no Hotel Deville Cuiabá.
Contatos: (entrevistas, imagens, pedido de exemplar etc.)
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quarta-feira, 15 de julho de 2009
Métodos Extremos de Sobrevivência

Em Métodos Extremos de Sobrevivência lançado, no dia 07 de julho, no Sesc Pinheiros, e em Belo Horizonte, no próximo dia 23 de julho, a jovem escritora Márcia Bechara oferece uma narrativa ousada em prosa poética e provoca o leitor a conhecer personagens e tramas que desafiam a condição humana em suas particularidades e idiossincrasias. O assombro pode a vir logo na primeira página de um dos 16 contos como em o Cavalo, que Gadalupe é um travesti de proporções físicas e psíquicas descomunais:
“Não adiantou parar, pedir perdão. Gadalupe, em silêncio, foi lanhando tudo, no raciocínio dos animais. Sangrava a caça. Só as costas cravando a lâmina para cima e para baixo. A peruca fogosa despencando o crânio pela têmpora esquerda, os esguichos de sangue quente daqueles porcos. No fundo, o sol quente e pastoso”
Ainda cultivar o leitor e fazer com que sinta uma alfinetada como no último texto do livro, Epidemia – Quando um pogrom elimina uma espécie, com:
“Aquela pequena massa egoica e ensismada acabou por destruir as possibilidades de futuro, a troco de raivas embutidas, aquelas raivas sem nome que nos apoderam, atávicas, quando estamos em estado de esperança”
O leitor faz uma leitura de fôlego, talvez em poucas horas devore todas as páginas, mas não será duvidoso que ele leia de novo, pois não há como sair perplexo e com duvidas em acreditar no irreal ou se é apenas algumas cenas de nosso dia-a-dia.
FICHA TÉCNICA DO LIVRO
Métodos extremos de sobrevivência
Autora: Márcia Bechara
Páginas: 112
ISBN: 978-85-85938-53-6
Editora: Publisher Brasil
Preço: 25,00
O projeto leva o selo do Programa de Ação Cultural do Governo de São Paulo, editora Publisher Brasil. Autora de Alegoria para Dinorah (Mazza Edições, 1994) e há dois anos lançou Casa das Feras (7 Letras, 2007) e em 2009, Márcia Bechara, Jornalista, escritora e atriz radicada em São Paulo há 11 anos, natural de Belo Horizonte, participa de duas antologias inéditas, uma a convite da Editora Record, sobre o universo árabe-judaico, ao lado de nomes como Moacyr Scliar e Alberto Mussa, e outra pelo selo Demônio Negro, quando dividirá o projeto com quatro jovens autoras contemporâneas - entre elas Ana Rüsche e Andrea Del Fuego - na coletânea “Urbanas”.
Para conhecer mais a autora: www.marciabechara.blogspot.com
Para conhecer mais sobre o livro: www.metodosextremosdesobrevivencia.wordpress.com
Apresentação/orelha escrita por Ivan Marques, Professor de Literatura Brasileira da USP.
Ilustração de capa da russa Marina Bychkova, radicada no Canadá, artista que costuma ilustrar algumas das publicações mais badaladas do mundo, como a recente Vogue alemã.
As ilustrações inéditas são da multiartista Tulipa Ruiz.
Assessor de imprensa: Nicolau Kietzmann – 11-30703336/8273-6669 – nicolau.press@gmail.com
quinta-feira, 21 de maio de 2009
C.A.I - MAL

Crédito: Davi Tavares
O C.A.I-MAL (Centro de Ação In-formal), evento multimídia, organizado pelo coletivo Poesia Maloqueirista realiza sua 14ª edição, no Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena, no dia 28 de maio, com saraus, performances, instalações, projeções e shows. A banda Experimento Prosótypo (projeto do coletivo), que mistura música e poesia recitada, terá gravação de CD-DVD ao vivo, para se preparar pra viajar à FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), onde fará apresentações na programação alternativa. Mais informações sobre o evento, acompanhe o blog: www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
Data: 28/05
Horário: 19h
Quanto: R$10
Onde: Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena, São Paulo-SP
Fone: 11-3459.5321
Para acompanhar: www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
***
Centro de Ação In-formal
O Centro de Ação In-formal (C.A.I-MAL), organizado pelo Coletivo Poesia Maloqueirista, nasceu em setembro de 2005 , tendo como proposta a interação de variadas vertentes artísticas (música, projeções, performances, artes visuais e instalações), a poesia é principal base de linguagem, possibilitando interações a partir da ocupação de diversos ambientes em um mesmo espaço, ora conduzindo o público para as manifestações ou deixando-o livre para explorar as possibilidades por si só.
O evento tem influência da cultura mambembe, por ser itinerante, com referências de arte urbana e tecnológica. Já foi realizado em espaços como Bar Praça Madalena, Instituto Jovem, Casa das Rosas, IDCH, Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Beco do Aprendiz, Pq.da Ruínas (RJ) e Espaço Zé Presidente.
Já participaram Glauco Mattoso, Marcelino Freire, Celso de Alencar, Zinho Trindade, Pedro Paulo Rocha, Léo de Abreu, Ana Rüsche, Encantadeiras, Atelier Aberto, Celso Borges, Ademir Assunção, poetas da Cooperifa, Sarau do Binho, Elo da Corrrente, Byra Dorneles, Dinho Nascimento entre outros. Em sua última edição realizada (13ª), o evento completou três anos de existência com a mesma proposta de reunir atividades variadas, em clima de celebração.
E o lema é sempre: Diversão garantida ou sua televisão de volta!
www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
***
Nicolau Kietzmann
Assessor de Imprensa
11-8273-6669
11-3070-3336
***
C.O.M.P.R.O / C.A.I-MAL
Cazo Omiço pela Rephorma Ortografyka
Centro de Ação in-formal
Espaço de proposição do caos cultural
- praça eh nóis (coreto)
Pedro Osmar apresenta canções e poemas autorais conduzindo palco aberto à manifestações poéticas e sonoras.
- falatório literário (circo)
Fernanda Coimbra
Daniel Minchoni
Pedro Lucas
Roberta Estrela D'alva
Tula Pilar
- freqüências Sonoras (estúdio)
Cangarussu (cultura popular)
Experimento Prosótypo (Intervenção Visual: Leila Monsegur)
Os Mameluco (Abertura: Aline Reis)
Seletor lucas corpo___santo! (ska & rocksteady da jamaica + incógnitas do brasil)
- projeções com trilha ao vivo (sala 1)
Sinema {cinema sinestésico}
com opontodeinterrogação? e convidados
tubo de ensaio (performances)
Sangue, suor e algumas lágrimas (Juliana Barros)
Freak Out - a palavra elétrica (Byra Dorneles)
Corpo em Rito
- instala_ações
Vozes da Mata (Aline Binns)
BERTON & SNAUT
Data: 28/05
A partir das 19h – contribuição voluntária!
Após as 22h - R$10,00
Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena, São Paulo-SP
Diversão garantida ou sua televisão de volta!
Realização:
Poesia Maloqueirista / Centro Cultural Rio Verde
www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
poesiamaloqueirista@gmail.com
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Vernissage das Telas Mangá Sea House

Comidinhas japas... mini guioza, harumaki de queijo e canapés de pasta de salmão e caipirinhas - Aberto ao público.
O Sea House que completa 20 anos em julho lança um cardápio inspirado na magia do Outono Japonês no dia 9 de maio de 2009 às 19h na sua unidade da Alameda Lorena, 1267, Jardins, junto com a vernissage dos artistas Alex Oliveira da Silva e Wagner Portela Silva que irão expor telas feitas com a técnica de aerografia com temas de mangá.
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Sea House – Novo Cardápio e Vernissage de Telas Mangá
Sea House – Novo Cardápio e Vernissage de Telas Mangá
O restaurante Sea House de gastronomia japonesa que completa 20 anos em julho lança um cardápio inspirado na magia do Outono Japonês no dia 9 de maio de 2009 às 19h na sua unidade da Alameda Lorena, 1267, Jardins, junto com a vernissage dos artistas Alex e Vagner que irão expor telas feitas com a técnica de aerocolor com temas de mangá.
O novo cardápio vem para agregar as opções tradicionais da casa, que não serão alteradas. O proprietário e fundador do restaurante Hugo Kawauchi decidiu trazer para os freqüentadores uma nova opção gastronômica inspirada no Outono japonês, um momento de renovação e de farta produção de alimentos depois de um Verão úmido e frio. O cardápio se chama Momiji, inspirado em uma árvore que troca de folhas durante o Outono no Japão.
“O Sea House é um restaurante tradicional japonês, em que valorizamos acima de tudo a qualidade do serviço e dos ingredientes que são usados, que até hoje eu seleciono os pescados. O cardápio Momiji é para os apreciadores da culinária japonesa. Conseguimos, depois de um estudo de sabores, mesclar o antigo com o moderno e o resultado foi um delicado e especial presente para nossos clientes que poderão degustar desde um ceviche de tilápia, King Crab ou o tradicional Udon com mexilhões e pimenta japonesa” afirma Hugo.
Histórico:
Ao contrário do que acontece em 2009, há 20 anos, quase não existiam restaurantes japoneses fora do bairro da Liberdade. Poucos eram aqueles que arriscavam sair do bairro tradicional da cultura japonesa, que apresentava uma culinária considerada exótica para a maioria das pessoas.
Apesar desse ambiente pouco favorável e inexplorado, surge o Sea House no bairro Jardins. Confiantes na qualidade da gastronomia japonesa e nas tradições que acompanhara seus pais desde a chegada ao Brasil, o casal Kika e Hugo Kawauchi são os responsáveis pelo novo restaurante.
O Sea House era originalmente uma peixaria, mas em 1989 foi re-inaugurado como restaurante japonês, fruto de um sonho antigo da Batian Kawauchi (batian – avó em japonês) mãe do proprietário. O Sea House original era um misto de peixaria, mercearia de produtos orientais e restaurante japonês, porém com o passar do tempo as atividades foram fragmentadas e apenas a culinária se manteve no endereço da Alameda Lorena.
“Agora, o desafio é talvez maior que o inicial, não é mais apresentar a culinária japonesa, mas sim confirmá-la, adaptá-la e reorientá-la ao padrão brasileiro. E é com esse desafio em mente que o Sea House comemora o seu vigésimo aniversário.” Afirma Carolina Kawauchi, gerente da unidade Jardins.
O restaurante Sea House de gastronomia japonesa que completa 20 anos em julho lança um cardápio inspirado na magia do Outono Japonês no dia 9 de maio de 2009 às 19h na sua unidade da Alameda Lorena, 1267, Jardins, junto com a vernissage dos artistas Alex e Vagner que irão expor telas feitas com a técnica de aerocolor com temas de mangá.
O novo cardápio vem para agregar as opções tradicionais da casa, que não serão alteradas. O proprietário e fundador do restaurante Hugo Kawauchi decidiu trazer para os freqüentadores uma nova opção gastronômica inspirada no Outono japonês, um momento de renovação e de farta produção de alimentos depois de um Verão úmido e frio. O cardápio se chama Momiji, inspirado em uma árvore que troca de folhas durante o Outono no Japão.
“O Sea House é um restaurante tradicional japonês, em que valorizamos acima de tudo a qualidade do serviço e dos ingredientes que são usados, que até hoje eu seleciono os pescados. O cardápio Momiji é para os apreciadores da culinária japonesa. Conseguimos, depois de um estudo de sabores, mesclar o antigo com o moderno e o resultado foi um delicado e especial presente para nossos clientes que poderão degustar desde um ceviche de tilápia, King Crab ou o tradicional Udon com mexilhões e pimenta japonesa” afirma Hugo.
Histórico:
Ao contrário do que acontece em 2009, há 20 anos, quase não existiam restaurantes japoneses fora do bairro da Liberdade. Poucos eram aqueles que arriscavam sair do bairro tradicional da cultura japonesa, que apresentava uma culinária considerada exótica para a maioria das pessoas.
Apesar desse ambiente pouco favorável e inexplorado, surge o Sea House no bairro Jardins. Confiantes na qualidade da gastronomia japonesa e nas tradições que acompanhara seus pais desde a chegada ao Brasil, o casal Kika e Hugo Kawauchi são os responsáveis pelo novo restaurante.
O Sea House era originalmente uma peixaria, mas em 1989 foi re-inaugurado como restaurante japonês, fruto de um sonho antigo da Batian Kawauchi (batian – avó em japonês) mãe do proprietário. O Sea House original era um misto de peixaria, mercearia de produtos orientais e restaurante japonês, porém com o passar do tempo as atividades foram fragmentadas e apenas a culinária se manteve no endereço da Alameda Lorena.
“Agora, o desafio é talvez maior que o inicial, não é mais apresentar a culinária japonesa, mas sim confirmá-la, adaptá-la e reorientá-la ao padrão brasileiro. E é com esse desafio em mente que o Sea House comemora o seu vigésimo aniversário.” Afirma Carolina Kawauchi, gerente da unidade Jardins.
Momiji – Cardápio Outono 2009
Entradas
Harumaki Spicy Tuna (seis unidades)– Rolinho primavera recheado com atum batido com cebolinha e molho de pimenta
R$ 13,90
Ceviche Oriental – Fatias de tilápia marinadas no suco de limão, shoyu, gengibre, cebola e gergelim.
R$ 18,00
Pratos Principais
Combinado Momiji (serve duas pessoas)– Combinado de sushi e sashimi variados.
R$ 74,40
King Crab (Centolla) - serve até três pessoas – Caranguejo gigante ao vapor, acompanhado de três molhos.
R$ 145,00 kg
Aki Udon – Udon feito com pimenta japonesa, negui (cebolinha) e mexilhões.
R$ 19,80
Drinks
Ume-shû – Licor de ameixa japonesa
R$ 8,00
Caipirinha de Sho-chu de carambola com pimenta rosa
R$ 15,00
Sobremesa
Sorvete de Chá Verde com ágar-ágar, gengibre caramelado e cobertura de chocolate.
R$ 11,00
Curiosidades:
A Centolla - são duas variedades e em comum o peso de até dois quilos e o tamanho, que podem chegar a mais de um metro de uma ponta a outra das patas. Chamados de Centodjas, na pronúncia argentina, ou Centolhas, como preferem dizer os chilenos, pertencem a uma categoria de crustáceos valorizada pela gastronomia mundial, com um sabor normalmente definido como um meio-termo entre o do caranguejo comum e o da nobre lagosta.
Ume-shû - licor de Umê, uma espécie de ameixa japonesa considerada a fruta da longevidade.
Shochu - destilado a partir de vários ingredientes — desde os mais comuns como a batata-doce, cevada, arroz, açúcar mascavo, até os mais exóticos como leite, abóbora e castanhas. No Brasil, o shochu ficou popularmente conhecido como a “cachaça japonesa”. O teor alcoólico desse destilado pode variar de 15% a 45%, sendo que os mais tradicionais se mantêm no nível de 25%.

Exposição Mangá
O Sea House traz para o mês de maio, a exposição de telas: “Sushi & Arte Mangá”, produzidas pela equipe Akemi Aerocolor em técnicas de aerocolor. A parceria com a Akemi já é antiga, a unidade dos Jardins teve o seu piso superior decorado pela dupla.
O restaurante estava à procura de algo inovador para apresentar em virtude da comemoração do seu vigésimo aniversário. A arte mangá veio de encontro ao que perfil desejado. É mais uma contribuição adicional da cultura japonesa ao cotidiano brasileiro, que mantém vivo o intercâmbio cultural entre os dois países.
A Akemi Aerocolor é formada por artistas que possuem 15 anos de experiência com a técnica aerocolor. Fizeram inúmeros trabalhos que estão espalhados pela cidade: fachadas externas, muros, quadros, decoração de interiores, hoje prestam serviço para oito arquitetos.
Os artistas resolveram focar os seus novos trabalhos na junção entre a arte mangá e o aerocolor, por isso escolheram o Sea House para iniciar essa nova fase da equipe. Além da ligação com a cultura japonesa, o Sea House foi escolhido como palco para essa exposição, sendo um dos primeiros trabalhos de arte mangá produzidos por eles.
Vernissage no dia 09/05, à partir das 19hs, haverá um cocktail de abertura da exposição de telas Sushi & Arte Mangá. A exposição ficará aberta até o dia 20/06.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
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