Depois de uma pequena estada na Biblioteca Mário de Andrade, volto de corpo e alma para a dedicação integral na DGNK. Quero agradecer a todos da BMA, em especial a Tarcila Lucena, que tem dado o tom nos eventos culturais e foi a curadora da programação na 40ª Feira Internacional de Buenos Aires que teve a cidade de São Paulo como a homenageada, da qual tive a oportunidade de participar.
Nas imagens tem uma pequena amostra do trabalho desenvolvido neste período.
arte do clipping: www.quedesign.com.br
domingo, 27 de julho de 2014
quinta-feira, 29 de maio de 2014
O cão de Pavlov, de José Carlos Mello - Ed. Octavo
O cão de Pavlov, de José Carlos Mello
O que Ivan Petrovich Pavlov e três executivos têm em comum? No segundo romance de José Carlos Mello descobrimos a conexão entre a teoria desenvolvida pelo cientista russo sobre o condicionamento comportamental, o trabalho corporativo e os hábitos no encravados no cerne da sociedade moderna. O quanto estamos condicionados a nos comportar de certa forma no trabalho e o que ocorre quando as amarras são desfeitas?
O texto percorre a vida de dois recém-aposentados em busca de uma ocupação, que se recusam se entregar ao ócio, e um terceiro que ainda está na ativa, mas que: “é negligente com seus deveres, na busca permanentemente se aperfeiçoar na arte do nada fazer, trabalhar o mínimo possível para não ser demitido do seu emprego”.
Mello, que é leitor costumaz de Fiodor Dostoievski, traz várias referências do escritor para seu romance, por exemplo, sobre quando ele ficou aprisionado na Sibéria e decidiu contar como a rotina de uma vida pode ser direcionada de outra forma. O romance também dialoga com a temática do romancista russo ao abordar a ausência de virtudes e a degradação dos valores no mundo corporativo.
A inspiração do autor veio dos anos em que trabalhou em fez carreira em Brasília, onde se envolveu no mundo corporativo, lidando diretamente com a rotina do trabalho politico. Após vivenciar todas essas experiências até poder se dedicar integralmente a escrita literária, ele afirma:
“Condicionamentos de toda a existência não podem ser desfeitos de modo brusco sem deixar graves sequelas. Desde o nascimento, as pessoas são ensinadas a obedecer, a se ater a horários e prazos, a executar tarefas e a se enquadrar em hierarquias. De repente, mais velhos, são libertados das obrigações impostas por outros; não tem mais nada a fazer e ninguém a atender. A liberdade torna-se um castigo, uma punição pelo ócio que passam a viver. Ocorre o contrário do esperado ao longo da vida útil. O próprio qualitativo dessa primeira etapa indica que a partir de seu término a vida será inútil”.
Título: O cão de Pavlov
Autore: José Carlos Mello
Autore: José Carlos Mello
Editora Octavo
Nº de páginas: 312
Assunto: Literatura brasileira
ISBN: 978-85-63739-48-3
Edição: 1ª
Preço: R$ 49,90
Nº de páginas: 312
Assunto: Literatura brasileira
ISBN: 978-85-63739-48-3
Edição: 1ª
Preço: R$ 49,90
Nicolau Kietzmann Goldemberg
DGNK Assessoria de imprensa
nicolau@dgnk.com.br
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
FLAP! O evento literário chega a sua 8ª edição na cidade de São Paulo – 20 a 22 de setembro 2013
A primeira FLAP! foi
realizada em 2005 como uma contrapartida à FLIP. Para a surpresa dos próprios
organizadores, o evento foi um grande sucesso de mídia e público. Sim, a cidade
parecia que tinha fome de um debate mais franco, mais atrevido, que envolvesse
outros gêneros literários, especialmente a poesia, que trouxesse os vários
atores que fazem a literatura – leitores, editores, críticos, livreiros, professores,
escritores. A proposta era fazer um debate que fosse mais próximo do público.
As edições de 2006
(“Embates”) e 2007 (“Contaminações”) ocorreram em um crescendo. A FLAP! ganhou
um animado núcleo carioca e o evento pôde ser realizado também na capital do
Rio de Janeiro, para a sorte de seus organizadores paulistas. Em 2008 (“Zona
Franca – Viva La Conexión”), assistimos a uma pequena apoteose, quando
recebemos mais de 20 escritores de toda a América Latina. Em 2009 (“Vinte Anos
de Muro”), o evento também contou com um número expressivo de poetas do Brasil
e de outros países da América Latina. Em 2010 (“5 Anos de Poesia!”), a edição
foi quase inteiramente virtual, com debates e saraus em vários formatos.
A proposta original da
FLAP! foi plenamente cumprida: sem perder o humor e a faceta crítica, foi
criado um espaço de debate e convivência entre autores, editores, professores e
leitores. Também se tornou referência entre a geração mais nova de poetas
brasileiros; quiçá é a principal referência brasileira entre os jovens poetas
de toda a América Latina.
Em 2013, a novidade
foi na organização: estabeleceram-se pequenos núcleos (“curadorias coletivas”),
que foram responsáveis por pensar temas interessantes e selecionar debatedores.
Temos, assim, cinco temas principais para debate: a representação do corpo na
literatura; a situação da tradução hoje no Brasil; as relações entre
literatura, memória e violência; o mercado editorial na área de poesia e se há
uma apatia na crítica literária.
Programação
Feira de publicações
20/9, sexta-feira, a
partir das 18 horas
Local: Casa das Rosas
Av. Paulista, 37 –
Bela Vista
Organização: Victor
Del Franco
Editoras
participantes: – Editora Alpharrabio, Lote 42, – Oitava Rima, – Editora Patuá,
– Selo Demônio Negro, – Selo Prólogo, – Selo Sebastião Grifo.
Publicações: – Revista
Celuzlose, – Revista Córrego.
Abertura
20/9, sexta-feira ,a
partir das 20h: Abertura
Curadoria: Andréa
Catrópa, Maiara Gouveia e Roberta Ferraz
Artistas convidados:
- Show com o poeta
Rodrigo Garcia Lopes, que lançará o livro “Estúdio Realidade” (7 Letras, 2013).
- A atriz Gisele
Inácio e a bailarina Karine Kelly Pereira apresentarão poemas que constam na
Antologia Poética FLAP!
- Intervenções do
músico e poeta Operário Ribeiro
- Participação especial
de Caco Pontes, poeta e multiartista
- Haverá ainda
projeção de vídeos, com a leitura de poetas de outros países da América Latina
Apresentadores:
Gabriel Kolyniak e Rafael Daud
O corpo e as margens
21/9, sábado, das 10h
às 11h30min
Local: Biblioteca
Mário de Andrade
Rua da Consolação, 94
– República
Cabe o corpo na
literatura? É possível para as páginas e as letras darem conta do material, do
sólido, da nossa existência física no mundo? Os corpos de escritores são mais,
afinal, do que suportes para suas cabeças? E quando falamos sobre corpo dentro
das margens das páginas, que corpo é esse? Que cor ele tem? Que gênero? Que
forma? É magro, gordo, flácido, forte? Como ficam os corpos evidenciados de
maneira tão forte na nossa cultura – o corpo generificado da mulher; o corpo
sexualizado e racializado da mulher negra – dentro dessas margens? De que corpo
fala a literatura? De que corpos ainda falta falar?
Curadoria: Jeanne
Callegari, Renata Corrêa e Tarsila Souza
Debatedores:
- Alfredo Fressia
- Clara Averbuck
- Elizandra Souza
- Juliano Garcia
Pessanha
- Nuno Ramos
O silêncio do tradutor
21/9, sábado, das 14h
às 15h30min
Local: Espaço dos
Satyros
Praça Franklin
Roosevelt, 214 – Consolação
Uma obra traduzida se
inscreve sob duas penas, a suscitar a pergunta: o tradutor trabalha ou silencia
a própria voz ao traduzir a obra de outrem? A discussão acerca da coautoria na
tradução é inesgotável e necessária, sobretudo, ante os inúmeros casos recentes
de plágios de tradução.
Curadoria: Fábio Aristimunho,
Polyana Ramos, Stefanni Marion e Vera Helena Rossi
Debatedores:
- Berthold Zilly
- Denise Bottmann
- Mário Ramos
- Rodrigo Garcia Lopes
- Mediação: Vera
Helena Rossi
Memória (e
esquecimento) da violência
21/9, sábado, das 16h
às 17h30min
Local: Espaço dos
Satyros
Praça Franklin
Roosevelt, 214 – Consolação
Violência. Memória.
Onde se enlaçam? Onde se desdobram? E por que se apagam (ou são apagadas)? Como
as letras numa página podem trazer a dor, o possível perdão ou o ressentimento?
Existe um ato restaurador na escrita? Essa discussão ainda é recente e urgente
no Brasil e no mundo. Ou vamos esquecer tudo?
Curadoria coletiva:
Juliana Bernardo, Lilian Aquino, Paula Fábrio e Rafael Daud
Debatedores:
- Flávio Ricardo
Vassoler
- Susel Oliveira da
Rosa
- Deborah Goldemberg
- Mediação: Rafael
Rocha Daud
O pacto da indiferença
– apatia e crítica na contemporaneidade
22/9, domingo, das 12h
às 14h30min
Local: Biblioteca
Alceu Amoroso Lima
Rua Henrique
Schaumann, 777 – Pinheiros
A mesa debaterá temas
em torno da dificuldade de se estabelecer um debate crítico na atualidade que,
mesmo não se restringindo à aceitação de um cânone preestabelecido, possa
romper com a dicotomia entre hiperespecialização e resenha comercial.
Curadoria: Andréa
Catrópa e Renan Nuernberger
Debatedores:
- Carlos Filipe Moisés
- Reynaldo Damázio
- Mediação: Andréa
Catrópa e Renan Nuernberger
A poesia se vende? Os
números crescem como orelha de burro ou rabo de cavalo?
22/9, domingo, das 15h
às 16h30min
Local: Biblioteca
Alceu Amoroso Lima
Rua Henrique
Schaumann, 777 – Pinheiros
No conjunto dos meios
e mídias, a poesia historicamente ocupa um lugar minoritário, do ponto de vista
financeiro, desafiando editores a viabilizá-la como negócio, o que ao mesmo
tempo parece diferir de uma concepção idealizada da escrita de poesia: seria
apropriado a poesia articular-se com processos mercadológicos? Faz sentido
discutir poesia em termos de mercado, ou mesmo mercado em termos de poesia?
Curadoria coletiva:
Adrienne Myrtes, Ana Rüsche, Eduardo Lacerda, Gabriel Kolyniack, Rafael
Carvalho e Vanderley Mendonça
Debatedores:
- Daniel Minchoni
- Sergio Cohn (a
confirmar)
- Sofia Mariutti
- Vanderley Mendonça
- Mediação: Gabriel
Kolyniack
Confraternização
22/9, domingo, das 17h
às 19h
Local: Feirinha
Gastronômica
Praça Benedito Calixto
85 – Pinheiros
A Feirinha
Gastronômica (www.feirinhagastronomica.com.br) é uma das patrocinadoras da
FLAP!
* Entrada franca. Os
pratos e quitutes são vendidos a preços acessíveis.
* Todos os eventos da
FLAP! possuem entrada gratuita e são abertos ao público em geral. Não é
possível fazer reservas; será respeitada a ordem de chegada do público e a
lotação dos auditórios. A programação está sujeita a alterações.
As pessoas que fazem a
FLAP! renovam-se a cada ano. Embora mantenha certa continuidade, o evento não é
uma instituição e todos contribuem de forma gratuita para sua realização.
A FLAP! precisa de
apoio financeiro!
A riqueza da FLAP! é
humana – as mais de 20 pessoas da equipe da FLAP! não recebem nada pra
contribuir com o evento, assim como os debatedores não recebem cachê (foi assim
que trabalhamos nos últimos anos).
Para viabilizar a
vinda de debatedores, recebemos o patrocínio da POIESIS – Instituto de Apoio à
Cultura, à Língua e à Literatura, que gerencia a Casa das Rosas, para custear a
vinda do poeta Rodrigo Garcia Lopes. A KQi Produções, que organiza a Feirinha
Gastronômina, custeou a vinda da tradutora Denise Bottmann. Os espaços para os
debates foram cedidos gratuitamente pelos parceiros: Os Satyros e as
bibliotecas públicas Alceu Amoroso Lima e Mário de Andrade, o que agradecemos
muito também.
Nicolau Kietzmann
Goldemberg
DGNK Assessoria de imprensa
11 98273-6669
11 3042-3111
terça-feira, 30 de julho de 2013
Os contos da pipa: novo título! Grafites para colorir Aprenda a desenhar como um grafiteiro profissional
Grafites para Colorir o novo título de Os contos da pipa, a coleção de livros infantis ilustrados por artistas, que a GGBrasil lançou em novembro de 2012. Grafites para Colorir soma-se, assim, a lista de prestigiosos artistas publicados na coleção, estreada com Saul Bass (Henri vai a Paris), Sonia Delaunay (Alfabeto), Niki de Saint Phalle (Mau Mau) e Hannah Höch (Livro de imagens).
Pinte, com o estilo grafiteiro, esta incrível seleção de esboços, ilustrações, personagens e estilos feitos por artistas do grafite e da arte de rua da cena internacional! Os autores dos desenhos são PART ONE, BOOTS 179, SMASH 137, SHIRO, DAIM, CANTWO, LOOMIT, YES 2, DEFER, DOCK, ERM ONE, SHEAS, SABE, PEKOR, KING 157, 44 FLAVOURS, MR. WANY, KLUB 7, MOTEL,
SCORE, JAES Y ROSKO e os brasileiros DINHO, DOES.
Em Grafites para Colorir encontram-se alguns conselhos para que se possa colorir no caderno de forma moderna e descontraída, como os artistas do grafite. Esses conselhos servirão de guia para conseguir os melhores resultados, mas, em nenhum caso, são uma imposição. Sabemos que ter conhecimentos prévios é sempre útil, mas não há nada como experimentar e encontrar seu próprio estilo. Para se divertir com este caderno é necessário, apenas, imaginação e algumas cores. Pode-se utilizar qualquer coisa que se tenha a mão: lápis de cores, marcadores, canetas, aquarelas,
tintas, pinturas em spray ou o que mais quiser.
Divirta-se com Grafites para colorir
DADOS TÉCNICOS
Grafites para Colorir
Aprenda a desenhar como um
grafiteiro profissional
29,7 x 21 cm
32 páginas
ISBN: 9788565985239
Capa: Brochura
2013
R$ 35,00
DGNK Assessoria de imprensa
Nicolau Kietzmann Goldemberg
nicolau@dgnk.com.br
11 98273-6669 11 3042-3111
Pinte, com o estilo grafiteiro, esta incrível seleção de esboços, ilustrações, personagens e estilos feitos por artistas do grafite e da arte de rua da cena internacional! Os autores dos desenhos são PART ONE, BOOTS 179, SMASH 137, SHIRO, DAIM, CANTWO, LOOMIT, YES 2, DEFER, DOCK, ERM ONE, SHEAS, SABE, PEKOR, KING 157, 44 FLAVOURS, MR. WANY, KLUB 7, MOTEL,
SCORE, JAES Y ROSKO e os brasileiros DINHO, DOES.
Em Grafites para Colorir encontram-se alguns conselhos para que se possa colorir no caderno de forma moderna e descontraída, como os artistas do grafite. Esses conselhos servirão de guia para conseguir os melhores resultados, mas, em nenhum caso, são uma imposição. Sabemos que ter conhecimentos prévios é sempre útil, mas não há nada como experimentar e encontrar seu próprio estilo. Para se divertir com este caderno é necessário, apenas, imaginação e algumas cores. Pode-se utilizar qualquer coisa que se tenha a mão: lápis de cores, marcadores, canetas, aquarelas,
tintas, pinturas em spray ou o que mais quiser.
Divirta-se com Grafites para colorir
DADOS TÉCNICOS
Grafites para Colorir
Aprenda a desenhar como um
grafiteiro profissional
29,7 x 21 cm
32 páginas
ISBN: 9788565985239
Capa: Brochura
2013
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Editora GG Brasil participa do + Cor e grafita o muro da empresa
O projeto Color Plus City foi idealizado pelo designer Gabriel Pinheiro e o
artista Victor Garcia, e apoiado por várias empresas e organizações com a ajuda
da Flag, uma holding de empresas criativas. A ideia principal pretende
conectar grafiteiros e muros, com o objetivo de transformar o espaço
urbano em um via para arte com acesso à todos.
A Google Brasil organiza essa linha de acesso
que viabiliza uma plataforma via mapas no Google +. Pedro Queiroz, diretor da editora
GG Brasil, vislumbrou uma semelhança desta atitude com a editora que abrigou
artistas como Pablo Picasso , Miró e Tapies e possui uma ampla gama editorial em
arte, arquitetura, design, fotografia e moda:
“Quando soube do projeto, imediatamente me
interessei. Nós temos um grande espaço que eu sabia que seria muito
interessante para um trabalho artístico, ainda mais porque nossa região é muito
próxima a marginal Tiete e mereceria um pouco de cor na atmosfera cinza da
metropole”, e completa:
“Quando nos escrevemos e o artista Sado
(Alecsandro Eni) decidiu fazer grafite no muro da editora, já separei a coleção
do Os Contos da Pipa, livros ilustrados de renomados artistas como Niki
de Saint Phalle e do texto de Laurent Condominas, da alemã Hannah Höch, Sonia
Delaunay e Saul Bass que era parceiro Alfred Hitchcock, Otto Preminger, Stanley
Kubrick, Martin Scorsese no cinema!”.
Sado, 35 anos, que desenvolve a arte desde os
9 anos, começou com molde de desenhos em papel, stencil, lápis canetas etc.. Em
uma conversa sobre grafite um amigo alertou que a Google estava mapeando
doações de muros pela cidade e se cadastrou:
“A princípio, a busca era por um muro grande.
Queria fazer um desenho grande e encontrei o muro da GGBrasil no site. Após
conhecer a empresa pessoalmente, me encantei pela sua história e achei os
livros incríveis! Sua história, o valor que a empresa dá à arte em diferentes
estilos, a forma como representa os assuntos que aborda, tudo muito rico. Além
de ter adorado o fato da editora ter vários livros que abordam assuntos do meu
interesse” e completa sobre o valor do grafite e sua representação nas ruas:
“O grafite é para mim uma forma de expressão,
comunicação, identidade. É a arte gratuita, acessível a todos. O grafite
evidencia a cultura urbana, podendo ser lido como arte, história, protesto, decoração.
Uma verdadeira liberdade de expressão!”
Sobre a editora:
A Editora Gustavo Gili, que completa 111 anos
em 2013 em seu país de origem - Espanha - e tem como seu braço no Brasil a GG
Brasil, já é consagrada pelos títulos de arte, arquitetura, design, fotografia
e moda. O diferencial está nos seletos
autores e qualidade acadêmica e intelectual alinhados a projetos gráficos ,
foram publicados livros de Picasso, ao quais os proprietários tinham estreito
relacionamento, Juan Miró, Paulo Mendes da Rocha, Oscar Niemeyer, Rem Koohas,
Richard Rogers, Eduardo de Souto Moura que esteve este ano na Flip , Lina Bo
Bardi , Helen lupton entre outros. O último título lançado no Brasil, este mês,
é do autor Joan Fontcuberta, o Câmera de Pandora, que ganhou um dos mais
prestigiosos prêmios do mundo de fotografia, o Prêmio Hasselblad em 2013
Nicolau Kietzmann
Goldemberg
DGNK Assessoria de imprensanicolau@dgnk.com.br 11 98273-6669
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
Versão Beta - Jan Bitencourt
A jovem autora Jan Bitencourt que lança o seu primeiro
romance começou bem. A edição, de capa dura, foi o texto escolhido em uma das
oficinas da Editora Terracota e já um possui um contrato com a Clandestino
Publikationen para lançar a tradução alemã até o final de 2013 e aproveitar o
ano do Brasil em Frankfurt.
“O primeiro capítulo saiu na sala de embarque, exatamente
como é descrito no livro, meio autobiográfico, antes da minha primeira viagem
sozinha a Madri. Fui (ou ia) passar cinco dias lá, meu aniversário inclusive,
no final de 2011. Meses depois, entrei num curso que se chamava Os Ingredientes do Romance e mandei esse
capítulo como argumento, sem a menor ideia de que aquele trecho podia ser o
começo de um livro. Em três meses a história deslanchou e ganhei a publicação”.
O texto leve, rápido e informal alcança um público conectado
com a vida moderna e virtual, que está ligado em tudo o que acontece a sua
volta, gosta de viajar e compartilhar informação, valoriza a velocidade e a variedade,
e de certa forma, se arrisca expondo sua vida nas redes sociais.
“Versão Beta
começou com uma reflexão. Construí uma personagem bem parecida comigo, usei um
pedaço de história pessoal, alguns apontamentos de viagem, mas as semelhanças
terminam por aí. Ou não, porque acredito que toda mulher tenha uma Beta dentro
de si, talvez não tão caricata”. Diz a autora que se diverte com as confusões
que causa em quem tenta descobrir o que é verdade e o que é ficção. E completa:
“A história nasceu dos muitos papéis que as mulheres assumem
atualmente. Quis até um nome que definisse a “mulher Alfa” que todas as
revistas femininas tanto falam (por isso Alberta) e que abrigasse dentro dele
uma versão B, aquela que vivemos tentando esconder ou que não mostramos a qualquer
pessoa. O ambiente virtual foi o pano de fundo perfeito para questionar todas
essas variações e personagens que podem surgir, tocando também em assuntos
irmãos como sósias, clones e roubo de identidade.”
Para explorar o tema do duplo, Jan pesquisou desde os
heterônimos de Fernando Pessoa até filmes sobre múltiplas personalidades: “Sybil é incrível!” (livro escrito por Flora Rheta Schreiber em
1973 e filme norte americano homônimo em 1976). A autora diz que se influencia
bastante por escritores de língua espanhola como Gabriel Garcia Marques,
Borges, Cortázar, Llosa e mais recentemente Mario Levrero. Também lê com
frequência Paul Auster e autores contemporâneos brasileiros como Antonio Prata,
Adriana Lunardi, Andrea Del Fuego, Daniel Galera e Tatiana Salem Levy.
A autora tem ainda um livro de bolso chamado Contos Mínimos (fruto dos cursos de
criação literária que fez nos últimos anos) e que reúne seus nanocontos e de mais
três autores que conheceu no curso do escritor Marcelino Freire. Lançado
juntamente com o seu romance no final de 2012, acabou culminando em um convite
da Oficina de Criação Literária para ministrar seu primeiro Curso de Mini e
Microcontos, já agora no 2o semestre de 2013.
Título: Versão Beta
AUTOR: Jan Bitencourt
Editora: Terracota
Preço: R$35
ISBN: 9788562370564
IDIOMA: Português
EDIÇÃO: 1
PÁGINAS: 168
FORMATO: 14×21 cm
GÊNERO: Literatura Brasileira – Romance
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quinta-feira, 20 de junho de 2013
Para entender as manifestações: Dicionário de Alternativas - Utopismo e Organização
Dicionário de Alternativas - Utopismo e Organização
Os autores Martin Parker, Valérie Fournier e Patrick Reedy reúnem mais de trezentos verbetes que abordam da América aos zapatistas, da Arcádia de Virgílio a Walden de Thoreau, num fascinante modo de ver a história e a realidade das ideias e organizações alternativas.
Muitas vezes é dito para pessoas leigas que os problemas de organização já estão resolvidos ou que elas não precisam se preocupar, pois não há alternativas.
Este dicionário é para quem discorda dessa afirmação. Com centenas de entradas que versam sobre utopias ficcionais – como Viagens de Gulliver e Robinson Crusoe –, teorias políticas – democracia, marxismo, anarquismo, socialismo, feminismo, Fourier, Saint Simon – e movimentos sociais – ambientalismo, anticapitalismo –, este livro nos dá uma visão rica e criativa da sociedade, com todas as suas diversidades, de hoje e do passado, como afirmam os autores:
“Juntos, os verbetes deste dicionário são um testemunho da ampla série de possibilidades de nos organizarmos; eles demonstram que ao longo da história as pessoas tiveram coragem e imaginação para acreditar que é possível um mundo melhor. É uma tentativa mais ampla de mostrar a enorme diversidade de modos em que a organização humana pode ser imaginada.”
As alternativas aqui apresentadas formam um quadro rico em que a ficção, a história e a política atual oferecem um modo alternativo de pensar sobre como nos organizamos no início do século XXI.
Assim, talvez este dicionário seja classificado com mais propriedade como um livro de consulta ou um almanaque de possibilidades. Está organizado como um dicionário para que as entradas estejam em ordem alfabética – com REFERÊNCIAS CRUZADAS EM LETRAS MAIÚSCULAS para todo o labirinto de verbetes.
“Abra o livro aleatoriamente e depois siga em frente. Esperamos que lê-lo seja tão interessante para você quanto para nós foi escrevê-lo”.
SOBRE OS AUTORES
MARTIN PARKER é professor de Organização e Cultura no Centro de
Administração da Universidade de Leicester.
VALÉRIE FOURNIER é conferencista sênior da Organização de Estudos do Centro de Administração da Universidade de Leicester.
PATRICK REEDY faz conferências na Escola de Administração da Universidade de Newcastle upon Tyne.
Dados técnicos:
Título: Dicionário de Alternativas: Utopismo e Organização
Autor: Martin Parker, Valérie Fournier, Patrick Reedy
Editora: Octavo
Tradução: Cristina Cupertino
Formato: 23cm x 16 cm
Nº de páginas: 400
ISBN: 978-85-63739-10-0
Edição: 1ª
Preço: R$ 76,00
Assinar:
Postagens (Atom)

























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