sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente - Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu.



Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente - Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu.

Uma revisão profunda na história da arquitetura do Renascimento europeu. É o que propõe o arquiteto e pesquisador Andrea Piccini em seu livro Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente. Evidenciando a forte influência da cultura árabe-islâmica e turco-islâmica em Florença, decorrente das trocas comerciais e das cruzadas, Piccini apresenta um novo paradigma – muito além das heranças greco-romanas – para se compreender as manifestações arquitetônicas no período na Itália, berço das inovações renascentistas que ecoariam por toda Europa.

Na apresentação, Julio Katinsky, professor da FAU-USP, deixa clara a relevância do estudo de Piccini:
“Seguindo essa tendência, acredito que podemos considerar a Escola da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)-USP, como foro privilegiado de uma nova histografia da Arte da Arquitetura entre nós do Brasil. Para isso, os fundamentos foram oferecidos principalmente por Caio Prado Júnior, Sérgio Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, sem esquecer obviamente, Liwis Morgan e Claude Levi- Strauss. É a essa escola que se filia o estudo de Andrea Piccini”.

O interesse do autor se desenvolveu ainda na universidade, quando cursava a Faculdade de Arquitetura da Universidade de Florença e teve os primeiros contatos com a cultura arquitetônica oriental:
“Tudo começou quando estava na Universidade: enquanto todos estudavam matérias tradicionais, eu já desenvolvi a curiosidade por detalhes das residências árabe-islâmica e turco-islâmica e suas influências. Como, por exemplo, Jerusalém, que foi anexada ao novo império árabe e era um símbolo religioso, e se tornará um motor de transmissão de elementos arquitetônicos. No ano de 1099, a cidade foi conquistada aos árabes pelos cruzados, que a administraram até 1187, quando a cidade foi conquistada por Saladino. Passou novamente a ser administrada pelos árabes, que, com exceção do curto período de reconquista dos cruzados (de 1229 a 1224), a governaram até 1260.”

O livro ilustrado mostra detalhes das influências com imagens feitas pelo autor e várias cidades do Oriente Médio e da Turquia. Piccini antecipa também na obra trechos de sua pesquisa atual, que evidencia o diálogo da arquitetura florentina com as culturas da Ásia Central e mesmo do extremo Oriente, resultado das trocas comerciais que se realizavam pela famosa Rota da Seda.

Arquitetura: do Oriente Médio ao Ocidente traz ainda um glossário de termos arquitetônicos em árabe, turco, armênio e português, e a cronologia de 570 a 1198, com consultas dos períodos mencionados, dinastias e datas históricas, além de documentos datados em 1390, 1402, 1413 e 1463.

Sobre o autor: Formado em Arquitetura pela Faculdade de Arquitetura da Universidade de Florença, Itália é mestre em Arquitetura na Área de Tecnologia do Ambiente Construído pela EESC/USP. Defendeu seu doutorado em Engenharia Urbana no Depto. De Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica/USP.
É mestre em Cultura Médio Oriental na Área de Concentração Literatura e Cultura Médio Oriental, Depto. De Línguas Orientais da FFLCH/USP, onde acompanha como professor convidado pesquisas e teses sobre arquitetura árabe no Oriente Médio. É professor convidado e coordenador do Brasil no Centro de Pesquisa e Documentação, Tecnologia, Arquitetura e Cidade nos Países em Desenvolvimento-Departamento Cada Cittá-Faculdade de Arquitetura, Politécnico de Torino-Itália, para atividade de graduação e pós-graduação.
Membro do comitê de Arte e Cultura da Câmara de Comércio, Industria e Turismo Brasil-Turquia de São Paulo e do ICARBE – Instituto de Cultura Árabe de São Paulo.

Para entrevistas, pedidos de imagens e exemplares:

Nicolau Kietzmann
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Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII



Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII
Estratégias de resistência através dos testamentos

O livro Escravos e Libertos nas Minas Gerais do Século XVIII chega a 3ª edição, que será lançada dia 1 de outubro de 2009, na livraria Quixote em Belo Horizonte, às 19h. O texto, originalmente a dissertação de mestrado do professor do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Eduardo França Paiva, tem uma linguagem leve e traz ao leitor uma revisão da história do séc. XVIII em sua estrutura social com o estudo de 357 testamentos entre os anos de 1720 e 1785 de homens e mulheres livres moradores da Comarca do Rio das Velhas na Capitania de Minas Gerais.
Para o autor, o livro se torna atual e desperta a curiosidade do leitor principalmente pelas informações levantadas em uma extensa pesquisa e que ainda são pouco conhecidas. Eduardo Paiva revela uma sociedade em que o escravo compra sua alforria em parcelas, processo conhecido como coartação: “O livro derruba a tese popular que eu chamo de ‘imaginário do tronco’. O escravo parcelava sua liberdade, negociando com o seu proprietário, em parcelas em 4 ou 5 anos, uma espécie de crédito da liberdade. Depois aspira socialmente, inclusive as mulheres, e adquire posses e escravos’.
Outro ponto interessante da obra é a formação da família matri-focal, da mulher livre e não branca, que redesenha a família na época em que essa mãe, sem marido, trabalhava e sustentava os filhos. Segundo Paiva, este dado novo dá luz a uma economia e a cultura deste grupo social que ainda não é conhecida e cuja abordagem historiográfica ainda é incipiente, mas evidencia que os escravos e libertos eram agentes históricos importantes.
A apresentação tem o cunho do Prof. Doutor da UFMG Douglas Cole Libby que discorre: “...às vezes, os testamentos constituíam verdadeiras histórias da vida, claro que na visão do morimbundo. Estas são as ricas fontes que revelam uniões entre livres e escravas, relações familiares pouco ou nada convencionais e alforrias de toda sorte, exeplarmente exploradas no texto...Outro ponto de originalidade reside na recusa em catalogar atitudes e comportamentos de escravos em nítidas categorias divididas, sobretudo, entre a rebeldia e submissão...”.
Eduardo França Paiva: Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1989), é mestre em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1993) e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (1999), com estudos pós-doutorais na EHESS-Paris (2006/2007).
Atualmente é Professor Associado da UFMG, coordenador do Programa de Pós-graduação em História e diretor do centro de estudos sobre a Presença Africana no Mundo Moderno-CEPAMM-UFMG.
É pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, líder de grupo de pesquisa UFMG-CNPq, pesquisador associado ao MASCIPO/CERMA/EHESS-Paris, ao GDRI Esclavages - CNRS/EHESS-Paris e à EEHA/CSIC-Sevilla (projeto Las Fronteras y sus Ciudades-séc.XVI-XVIII).
Foi professor visitante na Katholieke Universiteit Leuven (2006), na Universidad Pablo Olavide-Sevilla (2009) e pesquisador visitante na Escuela de Estudios Hispano-Americanos de Sevilla (2007 e 2009).
Dados Técnicos:
Formato 16x23cm
284 páginas
ISBN 978-85-7419-982-5
Contatos:
Eduardo Paiva: 31-3377-2689/3047-2689/9731-5412
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Endereço da livraria Quixote: Rua Fernandes Tourinho, 274, Savassi, Belo Horizonte
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Diversidade da Gastronomia de Mato Grosso


O livro Diversidade da Gastronomia de Mato Grosso traz aos apaixonados e curiosos da gastronomia brasileira 73 receitas típicas do Mato Grosso. Uma coletânea que resgata os sabores regionais com a assinatura da Chef Edna Lara e recheada de imagens e dicas saborosas que praticamente caíram no esquecimento da cozinha popular.
Edna saiu de Mato Grosso e foi para o Rio de Janeiro onde morou e trabalhou por 34 anos, se formou em Direito, Administração e em Gastronomia e Culinária na Estácio de Sá. Ao voltar à sua cidade natal, Cuiabá, começou a recuperar as receitas usadas por sua mãe Nympha Escolástica, hoje com 97 anos. Trocou as pitadas por métricas e resgatou as receitas que poucos se lembram, como o Cozidão Cuiabano ou a curiosa receita Mulher Parida:
“Fiz mais que uma pesquisa, busquei na minha infância e no tempo que ficava com minha mãe na cozinha, e desenvolvi as receitas que acreditei ter mais relevância. Espero produzir mais um livro com o restante das receitas, nossa cultura gastronômica é muito rica, uma mistura africana, indígena e portuguesa com inúmeros pratos”.
Essa diversidade ainda ganha mais ênfase com receitas como o filé de carne de jacaré, empanado, Maria Isabel (carne-seca com arroz), mujica de pintado, sopa de banana-da-terra verde, furrundu - doce que é feito com mamão verde, rapadura e gengibre ou a surpreendente feijoada cuibana que entre outros ingredientes poucos usados nas cozinhas tradicionais brasileira leva ossos de joelho de boi com cartilagem (catuni).
Todas as receitas tem um tom descontraído e as receitas são de fácil preparo:
“Sou uma pessoa com uma história muito feliz de vida e gosto de encarar tudo com muito bom humor, felicidade e a alegria típica do nosso povo. Esse livro é a forma que encontrei para deixar o meu legado de vida, um pouco da história da minha família e do estado de Mato Grosso, que me trouxe tantas felicidades”.
O livro também tem dicas de Bárbara Azevedo, enófila, para a harmonização das receitas com vinhos, e de João Carlos Vicente Ferreira - presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso -, discorrendo sobre a importância da coletânea cultural ligada ao paladar e ao gosto da região.

Sobre a Autora:
Edna Lara nasceu em Cuiabá, Mato Grosso. Formou-se em Direito (1971), Administração de Empresas (1975) e em Gastronomia e Culinária (2005), além de ter frequentado diversos cursos de Gastronomia com destaque para o midiático Chef Alvaro Rodrigues. Ministrou cursos de Comida Equatoriana – Literamérica 2006; Culinária Regional na Faculdade de Gastronomia da Universidade de Cuiabá e Culinária Regional no Centro Cultural Casa Cuiabana. Atualmente dedica-se a realizar eventos gastronômicos. No mês de julho passado, assinou o I Festival da Gastronomia de Mato Grosso, realizado no Hotel Deville Cuiabá.

Contatos: (entrevistas, imagens, pedido de exemplar etc.)
Nicolau Kietzmann
Assessoria de Imprensa
nicolau.press@gmail.com
11-3070-3336 / 11-8273-6669
Chef Edna Lara: 65 - 9972-2164

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Métodos Extremos de Sobrevivência




Em Métodos Extremos de Sobrevivência lançado, no dia 07 de julho, no Sesc Pinheiros, e em Belo Horizonte, no próximo dia 23 de julho, a jovem escritora Márcia Bechara oferece uma narrativa ousada em prosa poética e provoca o leitor a conhecer personagens e tramas que desafiam a condição humana em suas particularidades e idiossincrasias. O assombro pode a vir logo na primeira página de um dos 16 contos como em o Cavalo, que Gadalupe é um travesti de proporções físicas e psíquicas descomunais:

“Não adiantou parar, pedir perdão. Gadalupe, em silêncio, foi lanhando tudo, no raciocínio dos animais. Sangrava a caça. Só as costas cravando a lâmina para cima e para baixo. A peruca fogosa despencando o crânio pela têmpora esquerda, os esguichos de sangue quente daqueles porcos. No fundo, o sol quente e pastoso”

Ainda cultivar o leitor e fazer com que sinta uma alfinetada como no último texto do livro, Epidemia – Quando um pogrom elimina uma espécie, com:

“Aquela pequena massa egoica e ensismada acabou por destruir as possibilidades de futuro, a troco de raivas embutidas, aquelas raivas sem nome que nos apoderam, atávicas, quando estamos em estado de esperança”

O leitor faz uma leitura de fôlego, talvez em poucas horas devore todas as páginas, mas não será duvidoso que ele leia de novo, pois não há como sair perplexo e com duvidas em acreditar no irreal ou se é apenas algumas cenas de nosso dia-a-dia.

FICHA TÉCNICA DO LIVRO
Métodos extremos de sobrevivência
Autora: Márcia Bechara
Páginas: 112
ISBN: 978-85-85938-53-6
Editora: Publisher Brasil
Preço: 25,00

O projeto leva o selo do Programa de Ação Cultural do Governo de São Paulo, editora Publisher Brasil. Autora de Alegoria para Dinorah (Mazza Edições, 1994) e há dois anos lançou Casa das Feras (7 Letras, 2007) e em 2009, Márcia Bechara, Jornalista, escritora e atriz radicada em São Paulo há 11 anos, natural de Belo Horizonte, participa de duas antologias inéditas, uma a convite da Editora Record, sobre o universo árabe-judaico, ao lado de nomes como Moacyr Scliar e Alberto Mussa, e outra pelo selo Demônio Negro, quando dividirá o projeto com quatro jovens autoras contemporâneas - entre elas Ana Rüsche e Andrea Del Fuego - na coletânea “Urbanas”.

Para conhecer mais a autora: www.marciabechara.blogspot.com

Para conhecer mais sobre o livro: www.metodosextremosdesobrevivencia.wordpress.com

Apresentação/orelha escrita por Ivan Marques, Professor de Literatura Brasileira da USP.

Ilustração de capa da russa Marina Bychkova, radicada no Canadá, artista que costuma ilustrar algumas das publicações mais badaladas do mundo, como a recente Vogue alemã.

As ilustrações inéditas são da multiartista Tulipa Ruiz.

Assessor de imprensa: Nicolau Kietzmann – 11-30703336/8273-6669 – nicolau.press@gmail.com

quinta-feira, 21 de maio de 2009

C.A.I - MAL


Crédito: Davi Tavares

O C.A.I-MAL (Centro de Ação In-formal), evento multimídia, organizado pelo coletivo Poesia Maloqueirista realiza sua 14ª edição, no Centro Cultural Rio Verde, na Vila Madalena, no dia 28 de maio, com saraus, performances, instalações, projeções e shows. A banda Experimento Prosótypo (projeto do coletivo), que mistura música e poesia recitada, terá gravação de CD-DVD ao vivo, para se preparar pra viajar à FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty), onde fará apresentações na programação alternativa. Mais informações sobre o evento, acompanhe o blog: www.poesiamaloqueirista.blogspot.com

Data: 28/05
Horário: 19h
Quanto: R$10
Onde: Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena, São Paulo-SP
Fone: 11-3459.5321
Para acompanhar: www.poesiamaloqueirista.blogspot.com

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Centro de Ação In-formal

O Centro de Ação In-formal (C.A.I-MAL), organizado pelo Coletivo Poesia Maloqueirista, nasceu em setembro de 2005 , tendo como proposta a interação de variadas vertentes artísticas (música, projeções, performances, artes visuais e instalações), a poesia é principal base de linguagem, possibilitando interações a partir da ocupação de diversos ambientes em um mesmo espaço, ora conduzindo o público para as manifestações ou deixando-o livre para explorar as possibilidades por si só.

O evento tem influência da cultura mambembe, por ser itinerante, com referências de arte urbana e tecnológica. Já foi realizado em espaços como Bar Praça Madalena, Instituto Jovem, Casa das Rosas, IDCH, Biblioteca Alceu Amoroso Lima, Beco do Aprendiz, Pq.da Ruínas (RJ) e Espaço Zé Presidente.

Já participaram Glauco Mattoso, Marcelino Freire, Celso de Alencar, Zinho Trindade, Pedro Paulo Rocha, Léo de Abreu, Ana Rüsche, Encantadeiras, Atelier Aberto, Celso Borges, Ademir Assunção, poetas da Cooperifa, Sarau do Binho, Elo da Corrrente, Byra Dorneles, Dinho Nascimento entre outros. Em sua última edição realizada (13ª), o evento completou três anos de existência com a mesma proposta de reunir atividades variadas, em clima de celebração.

E o lema é sempre: Diversão garantida ou sua televisão de volta!
www.poesiamaloqueirista.blogspot.com

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Nicolau Kietzmann

Assessor de Imprensa

11-8273-6669

11-3070-3336

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C.O.M.P.R.O / C.A.I-MAL
Cazo Omiço pela Rephorma Ortografyka
Centro de Ação in-formal
Espaço de proposição do caos cultural

- praça eh nóis (coreto)

Pedro Osmar apresenta canções e poemas autorais conduzindo palco aberto à manifestações poéticas e sonoras.

- falatório literário (circo)

Fernanda Coimbra
Daniel Minchoni
Pedro Lucas
Roberta Estrela D'alva
Tula Pilar

- freqüências Sonoras (estúdio)

Cangarussu (cultura popular)
Experimento Prosótypo (Intervenção Visual: Leila Monsegur)
Os Mameluco (Abertura: Aline Reis)
Seletor lucas corpo___santo! (ska & rocksteady da jamaica + incógnitas do brasil)

- projeções com trilha ao vivo (sala 1)

Sinema {cinema sinestésico}
com opontodeinterrogação? e convidados

tubo de ensaio (performances)

Sangue, suor e algumas lágrimas (Juliana Barros)
Freak Out - a palavra elétrica (Byra Dorneles)
Corpo em Rito

- instala_ações

Vozes da Mata (Aline Binns)
BERTON & SNAUT

Data: 28/05
A partir das 19h – contribuição voluntária!
Após as 22h - R$10,00

Centro Cultural Rio Verde
Rua Belmiro Braga, 119 - Vila Madalena, São Paulo-SP

Diversão garantida ou sua televisão de volta!

Realização:
Poesia Maloqueirista / Centro Cultural Rio Verde
www.poesiamaloqueirista.blogspot.com
poesiamaloqueirista@gmail.com

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Vernissage das Telas Mangá Sea House


Comidinhas japas... mini guioza, harumaki de queijo e canapés de pasta de salmão e caipirinhas - Aberto ao público.

O Sea House que completa 20 anos em julho lança um cardápio inspirado na magia do Outono Japonês no dia 9 de maio de 2009 às 19h na sua unidade da Alameda Lorena, 1267, Jardins, junto com a vernissage dos artistas Alex Oliveira da Silva e Wagner Portela Silva que irão expor telas feitas com a técnica de aerografia com temas de mangá.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Sea House – Novo Cardápio e Vernissage de Telas Mangá



Sea House – Novo Cardápio e Vernissage de Telas Mangá

O restaurante Sea House de gastronomia japonesa que completa 20 anos em julho lança um cardápio inspirado na magia do Outono Japonês no dia 9 de maio de 2009 às 19h na sua unidade da Alameda Lorena, 1267, Jardins, junto com a vernissage dos artistas Alex e Vagner que irão expor telas feitas com a técnica de aerocolor com temas de mangá.

O novo cardápio vem para agregar as opções tradicionais da casa, que não serão alteradas. O proprietário e fundador do restaurante Hugo Kawauchi decidiu trazer para os freqüentadores uma nova opção gastronômica inspirada no Outono japonês, um momento de renovação e de farta produção de alimentos depois de um Verão úmido e frio. O cardápio se chama Momiji, inspirado em uma árvore que troca de folhas durante o Outono no Japão.

“O Sea House é um restaurante tradicional japonês, em que valorizamos acima de tudo a qualidade do serviço e dos ingredientes que são usados, que até hoje eu seleciono os pescados. O cardápio Momiji é para os apreciadores da culinária japonesa. Conseguimos, depois de um estudo de sabores, mesclar o antigo com o moderno e o resultado foi um delicado e especial presente para nossos clientes que poderão degustar desde um ceviche de tilápia, King Crab ou o tradicional Udon com mexilhões e pimenta japonesa” afirma Hugo.

Histórico:

Ao contrário do que acontece em 2009, há 20 anos, quase não existiam restaurantes japoneses fora do bairro da Liberdade. Poucos eram aqueles que arriscavam sair do bairro tradicional da cultura japonesa, que apresentava uma culinária considerada exótica para a maioria das pessoas.

Apesar desse ambiente pouco favorável e inexplorado, surge o Sea House no bairro Jardins. Confiantes na qualidade da gastronomia japonesa e nas tradições que acompanhara seus pais desde a chegada ao Brasil, o casal Kika e Hugo Kawauchi são os responsáveis pelo novo restaurante.

O Sea House era originalmente uma peixaria, mas em 1989 foi re-inaugurado como restaurante japonês, fruto de um sonho antigo da Batian Kawauchi (batian – avó em japonês) mãe do proprietário. O Sea House original era um misto de peixaria, mercearia de produtos orientais e restaurante japonês, porém com o passar do tempo as atividades foram fragmentadas e apenas a culinária se manteve no endereço da Alameda Lorena.

“Agora, o desafio é talvez maior que o inicial, não é mais apresentar a culinária japonesa, mas sim confirmá-la, adaptá-la e reorientá-la ao padrão brasileiro. E é com esse desafio em mente que o Sea House comemora o seu vigésimo aniversário.” Afirma Carolina Kawauchi, gerente da unidade Jardins.





Momiji – Cardápio Outono 2009

Entradas

Harumaki Spicy Tuna (seis unidades)– Rolinho primavera recheado com atum batido com cebolinha e molho de pimenta
R$ 13,90

Ceviche Oriental – Fatias de tilápia marinadas no suco de limão, shoyu, gengibre, cebola e gergelim.
R$ 18,00

Pratos Principais

Combinado Momiji (serve duas pessoas)– Combinado de sushi e sashimi variados.
R$ 74,40

King Crab (Centolla) - serve até três pessoas – Caranguejo gigante ao vapor, acompanhado de três molhos.
R$ 145,00 kg

Aki Udon – Udon feito com pimenta japonesa, negui (cebolinha) e mexilhões.
R$ 19,80

Drinks

Ume-shû – Licor de ameixa japonesa
R$ 8,00

Caipirinha de Sho-chu de carambola com pimenta rosa
R$ 15,00

Sobremesa

Sorvete de Chá Verde com ágar-ágar, gengibre caramelado e cobertura de chocolate.
R$ 11,00

Curiosidades:

A Centolla - são duas variedades e em comum o peso de até dois quilos e o tamanho, que podem chegar a mais de um metro de uma ponta a outra das patas. Chamados de Centodjas, na pronúncia argentina, ou Centolhas, como preferem dizer os chilenos, pertencem a uma categoria de crustá­ceos valorizada pela gastronomia mundial, com um sabor normalmente definido como um meio-termo entre o do caranguejo comum e o da nobre lagosta.
Ume-shû - licor de Umê, uma espécie de ameixa japonesa considerada a fruta da longevidade.

Shochu - destilado a partir de vários ingredientes — desde os mais comuns como a batata-doce, cevada, arroz, açúcar mascavo, até os mais exóticos como leite, abóbora e castanhas. No Brasil, o shochu ficou popularmente conhecido como a “cachaça japonesa”. O teor alcoólico desse destilado pode variar de 15% a 45%, sendo que os mais tradicionais se mantêm no nível de 25%.



Exposição Mangá

O Sea House traz para o mês de maio, a exposição de telas: “Sushi & Arte Mangá”, produzidas pela equipe Akemi Aerocolor em técnicas de aerocolor. A parceria com a Akemi já é antiga, a unidade dos Jardins teve o seu piso superior decorado pela dupla.

O restaurante estava à procura de algo inovador para apresentar em virtude da comemoração do seu vigésimo aniversário. A arte mangá veio de encontro ao que perfil desejado. É mais uma contribuição adicional da cultura japonesa ao cotidiano brasileiro, que mantém vivo o intercâmbio cultural entre os dois países.

A Akemi Aerocolor é formada por artistas que possuem 15 anos de experiência com a técnica aerocolor. Fizeram inúmeros trabalhos que estão espalhados pela cidade: fachadas externas, muros, quadros, decoração de interiores, hoje prestam serviço para oito arquitetos.

Os artistas resolveram focar os seus novos trabalhos na junção entre a arte mangá e o aerocolor, por isso escolheram o Sea House para iniciar essa nova fase da equipe. Além da ligação com a cultura japonesa, o Sea House foi escolhido como palco para essa exposição, sendo um dos primeiros trabalhos de arte mangá produzidos por eles.

Vernissage no dia 09/05, à partir das 19hs, haverá um cocktail de abertura da exposição de telas Sushi & Arte Mangá. A exposição ficará aberta até o dia 20/06.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Ressurgência Icamiaba no Estadão

Jornal O Estado de São Paulo, 26 de Abril de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Lançamento de RESSURGÊNCIA ICAMIABA - lendas e índio



O livro RESSURGÊNCIA ICAMIABA do selo Demônio Negro será lançado dia 19 de Abril de 2009, às 19hs na Casa das Rosas, Av. Paulista 37. O lançamento antecede I Sarau das Poéticas Indígenas é reunir índios, escritores indígenas e de outras origens com a curadoria da jovem autora Deborah Goldemberg como conta:
“Poéticas, pois aqui não cabe apenas uma única poética, a ocidental ou aristóteleana, mas sua diversidade que vive nos cânticos, na história oral, no ritual indígena, tendo em comum a inventividade e o encantamento com a palavra e suas possibilidades. Essa reunião de poetas e poéticas pretende dar projeção e ânimo a este ainda singelo movimento intercultural e literário que é o da literatura indígena.”

Sobre o Livro:

Baseada em lendas amazônicas, a jovem escritora DEBORAH GOLDEMBERG discorre nesta novela sobre os desafios da manutenção do amor em meio às contradições das relações de gênero, tema ainda tão atual, em um contexto com paisagens típicas do norte do País.
A Nação Icamiaba, de mulheres que imergiram nas águas e se transformaram nas sereias do rio Tocantins, decidiu viver distante dos homens e dos riscos do amor. Para essas mulheres, as profundezas do rio garantem paz e tranqüilidade e elas só voltam para a superfície para se acasalar e, após o ato sexual, afogam os ribeirinhos e deixam seus corpos à deriva. É um cenário de feminismo exacerbado, ao mesmo tempo idílico e opressivo
Até que a jovem Kianda se apaixona pelo negro Oxum, que está em busca da sua terra prometida, onde outros escravos fugitivos formaram uma comunidade quilombola. Kianda decide deixar seu lar e suas irmãs para se arriscar em um romance terreno, o que a constitui como “fiandeira de uma nova condição feminina, tecendo um novo paradigma sobre o amor”, como diz Janirza Cavalcani em seu prefácio antropológico-literário. Por esta transgressão, Kianda perde sua cauda e a chance de retornar à Nação Icamiaba. Além disso, terá de passar pela prova de sua mais bela irmã tentar seduzir seu amado. O leitor se confronta com final ainda mais inusitado do que as histórias contidas nas páginas de RESSURGÊNCIA ICAMIABA.
O livro desenrola sobre assuntos universais de forma simples e incorpora linguagem típica da região norte do país. Com prefácio literário de Douglas Diegues, que retomou o multilinguismo no Século XXI com o seu portuñol selvagem, o misto de português, espanhol e guarani falado nas fronteiras do país, Deborah caminha para uma literatura multiétnica e transbrasileira. Nas palavras de Douglas,
RESSURGÊNCIA ICAMIABA é uma “Noubellita afrodisíaca transbrasilera, hay que leerla sem pressa, sem ir enfiando el dedo, leerla como quem muere feliz em los lábios duma yiyi de la rebolucione labial ikamiaba.”

Sobre a autora

Deborah Goldemberg, paulistana, é formada em antropologia pela London School of Economics. Atuou na área de desenvolvimento sustentável durante anos, tendo trabalhado na ONU e Banco Mundial, mas desde 2008 dedica-se à literatura. Ressurgência Icamiaba é seu primeiro livro, apesar de já ter diversas publicações de crônicas, poemas e artigos em coletâneas. É atuante no movimento literário paulistano e curadora do I Sarau das Poéticas Indígenas da Casa das Rosas. Na blogosfera, mantém o blog literário ressurgenciaicamiaba.blogspot.com e é colaboradora do projeto mundial de blogueiros Global Voices.

RESSURGÊNCIA ICAMIABA
Deborah Goldemberg
Selo Demônio Negro, 2009
ISBN 978-859039348-1
R$25,00 72 págs.
Xilogravura: Nireuda Longobardi
Demônio Negro: vanderleymeister@gmail.com

Assessor de imprensa:

Nicolau Kietzmann

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Curso de Sushi - Sea House

Sábado tive a oportunidade de descobrir um pouco da arte do Sushi com mestre da culinária japonesa Hugo Kawauchi, que está a frente do restaurante Sea House a nada menos do que 20 anos.
Como brinca o Sr. Hugo: "No curso você aprende ser um "enrolador", mas só fica bom mesmo depois de 2 anos." Eu, como muitas pessoas que acham que sushi é uma "forma simples da cozinha típica", descobri que estava enganado.
Na verdade é cheia de macetes e histórias. Depois do curso, não entro em rodízio antes de pensar muito bem em vez de pedir um combinado, que valoriza a arte e qualidade.

Curiosidades:

O restaurante Sea House só fecha 2 vezes por anos, dia 1 e dia 25, dale povo trabalhador!

O restaurante nasceu junto com uma peixaria, que hoje distribui para vários restaurantes de grife, ou seja, quem decidir entrar, vai comer peixe de primeira.

O preço para um jantar básico é o mesmo que muitos rodízios populares. Com 30 pilas é possível comer e curtir uma culinária de muita qualidade, feita na hora e com o sushiman na sua frente e sair “sastisfeitissimo” com a pança cheia e a boca tocada com o sabor do bão e do melhor.

Aqui se faz, aqui se come!!!

Sr. Hugo Kawauchi ministrando o curso de enrolador...hehe

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Mar Grande - Aos prazeres de Eolo



"Eu acho que nós somos isso às vezes, mas nós somos também um amor de maturidade e de projeto de vida...nosso ritmo é prosa e não poesia, mas eis que isso é bom, porque a poesia é a marola do mar e nós somos o mar...gigante, constante e para sempre."
Deborah Goldemberg

Todo Amor que Houver Nessa Vida



Todo Amor que Houver Nessa Vida
CazuzaComposição: Frejat/ Cazuza

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O Homem é o produto do meio

É... o homem é produto do meio ou é o meio do produto???
Como viver um sem viver o outro?
Homo blogger ou....
Homo libertus!!!